Conforto e conveniência
O interior do Xsara impressiona melhor à primeira vista, em parte pelo acabamento superior da versão Exclusive, com revestimento aveludado e detalhes imitando madeira no painel
e pomo do câmbio (a nosso ver, de gosto reprovável),
e em parte pelo desenho mais inspirado que o do retilíneo Golf. Detalhes como os difusores de ar, os puxadores das portas e suas maçanetas revelam mais criatividade no Citroën, em oposição à sobriedade do VW. |
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Interior
sóbrio no VW (esquerda) e mais alegre e luxuoso no Citroën. Mas os Ao se sentar, porém, o motorista descobre uma importante diferença: os bancos do francês são
bastante baixos, mesmo no ajuste superior, e "abraçam" os ocupantes, o que é bem-vindo nas curvas rápidas, mas pode desagradar em dias quentes ou causar desconforto aos mais gordinhos. No alemão
naturalizado paranaense os bancos são convencionais, com apoios laterais
discretos. Só o Xsara oferece ajuste lombar (também para o passageiro), mas em ambos esse apoio poderia ser mais intenso. Os dois volantes são de quatro raios e reguláveis em altura e profundidade, havendo revestimento em couro no Citroën. |
| Mais recursos
no Xsara: computador de bordo dos melhores, toca-CD com controles no
volante, ar-condicionado automático. Os apliques imitando madeira
são de gosto discutível |
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Já era mais do que hora, aliás, de a VW aposentar o toca-fitas, por melhor que seja, já que dificilmente quem compra carros
desse padrão ainda não aderiu ao CD. Em contrapartida, a Citroën bem poderia adotar duplo acionamento na buzina (no volante e na alavanca à sua esquerda), como em alguns modelos Renault, de modo a atender à preferência francesa sem criar problemas no Brasil. O uso do comando apenas na alavanca, além de difícil com o volante esterçado, requer hábito do motorista -- que pode faltar em uma emergência. |
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