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A nova versão ficou em linha até 1991,
restando apenas a XT 600E, mais leve e de estilo ágil, nessa cilindrada. Os adeptos do
maior porte da Ténéré puderam contar com a XTZ 660, de 48 cv, e com a poderosa XTZ 750 Super Ténéré, uma bicilíndrica de 70 cv de potência para longas jornadas. |
| O motor de 595
cm3 permanecia apenas na XT 600E, mais leve e ágil, em 1991. O mesmo
modelo seria lançado aqui dois anos depois |
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O topo em uso misto
No Brasil, a Yamaha fora pioneira no segmento fora-de-estrada no fim da década de 70, com a modesta TT 125, e no início da de 80, com a mais robusta
DT 180. No entanto, enquanto a Honda ampliava sua linha de uso misto, com XL 125S, XL e XLX 250R e mais tarde a
XLX 350R, e a Agrale ganhava seu espaço com as versões de 125 e 200 cm3, a Yamaha sustentava-se em um único modelo, deixando seu público carente de opções. |
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A Ténéré
brasileira, embora com desenho já defasado diante da estrangeira,
representava um importante passo para nosso mercado -- e o primeiro
motor a quatro tempos da Yamaha |
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Lançada em março de 1988, a XT 600Z Ténéré produzida em Manaus, AM era a mesma que o mercado internacional adquiria desde 1985, e que estava por sair de linha lá fora. Havia apenas pequenas diferenças como os retrovisores, emprestados da DT 180Z, e o pára-lama dianteiro. A marca talvez tenha sido conservadora demais, pois poderia trazer logo o novo desenho em vez de esperar que modelos menores -- a NX 150 da Honda e a
TDR da própria Yamaha -- introduzissem aqui, no ano seguinte, o estilo de carenagem integrada. |
| O raio X da
600: suspensão traseira MonoCross, motor de quatro válvulas com
radiador de óleo e um torque generoso, de 5,1 m.kgf a apenas 5.500
rpm. O filtro de ar ocupa parte do espaço antes destinado ao tanque |
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Além da conta bancária, seus compradores eram selecionados pela altura: 89 cm do banco ao solo e 159,5 kg de peso (a seco) deixavam de lado muitos candidatos. Os aprovados, porém, desfrutavam de um grande desempenho (velocidade máxima de cerca de 155 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 s) e
de suspensões e freios eficientes para sua proposta. Para a Yamaha,
representava o ingresso em um território dominado pela Honda, o de
motores a quatro tempos. Continua |
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