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Uma família bem-sucedida Da "Xiselinha" à
350, a linha XL/XLX representou |
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Embora produzisse motocicletas no Brasil desde 1976, a Honda esteve de fora do segmento de uso misto até 1982. Sua única representante era a FS 125, uma adaptação sobre a CG realizada pela concessionária Moto
Jumbo, com suspensão reforçada, mais 6 cm de altura livre do solo, relação final mais curta e pneus fora-de-estrada. Em 1981, com o proximidade do lançamento da primeira moto de uso misto "pura" nacional, a Yamaha DT 180
(leia história), a líder de mercado teve de se mexer. E anunciou para o ano seguinte a chegada da XL 250R. |
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início de tudo: a XL 250 Motorsport, de 1972, já trazia motor de
quatro válvulas, mas ainda adotava duas molas na suspensão traseira.
Algumas foram trazidas ao Brasil antes do fechamento das importações |
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Tudo começara em 1972, no Japão, com a XL 250
Motosport, que chegou a ser importada para o Brasil. Uma pioneira em seu segmento, já trazia cabeçote com quatro válvulas no único cilindro. O câmbio tinha cinco marchas, e a suspensão traseira, duas molas. A versão XL 350 chegava logo, dois anos depois, com mecânica similar e 348 cm3. Em 1976 a 250 era remodelada, passando a se chamar XL 250S, e o motor de 248 cm3 era trocado por um de 249 cm3, agora com duas saídas de escapamento, uma para cada válvula. |
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Em abril de
1982 surgia a XL 250R japonesa: suspensão monomola, seis marchas e o
mesmo desenho do primeiro modelo nacional |
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Introduzida em julho de 1982, a XL nacional era, portanto, uma moto moderna mesmo em termos mundiais. A exemplo da
DT, exibia estilo robusto e porte imponente, com pára-lamas altos e pneus de uso misto. Uma pequena carenagem protegendo o farol e as tampas laterais, com espaço para fixação de número em competições, eram novidades em relação à Yamaha. |
| Se
não servia para ir à lua, como sugeria o anúncio, a XL brasileira
era mesmo assim inovadora: motor e ciclística modernos, quatro
válvulas, bom desempenho em qualquer condição de uso |
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A XL era também a primeira Honda nacional com suspensão traseira monomola, denominada Pro-Link, avanço substancial sobre a de duas molas utilizada nas motos
urbanas e na FS 125. Apesar da relação de transmissão curta, podia-se viajar com relativo conforto e atingir velocidade máxima de 126 km/h, boa para uma época em que quase não havia motos de mais de 180 cm3 circulando.
Continua |
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