Foi abolida a seção cinza na parte central do painel mas, apesar da textura que agrada aos olhos e da combinação de diferentes tons, os plásticos permanecem rígidos, como é comum no segmento (ao menos não há rebarbas, que aparecem até no Stilo). Não agradam os detalhes com "aspecto de alumínio", segundo a Fiat, que têm mesmo aparência de plástico, e uma pintura em torno dos instrumentos que simula (mal) uma moldura em relevo. Além disso, com tantas motoristas pelas ruas, é imperdoável a ausência de espelho de cortesia no pára-sol esquerdo. |
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Bolsas
infláveis laterais são primazia no segmento. O motor de 1,25 litro
acompanha
Potência e flexibilidade
Quando o assunto é motor, a Fiat tinha dois pontos a resolver:
aumentar a potência do 1,0-litro de 55 cv, o mais fraco do mercado, e
oferecer a tecnologia flexível em
combustível, já disponível no Gol 1,6, Fox 1,0
e 1,6 e Corsa 1,8. Assim, alterações
em comando de válvulas, taxa de compressão, catalisador e coletores de
admissão e escapamento levaram o motor de entrada a bons 65 cv, com
torque de 9,1 m.kgf, além de ganhar
acelerador eletrônico. Já o
1,25-litro foi escolhido para estrear na marca a possibilidade de
rodar com gasolina, álcool ou ambos. |
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O motor 1,0,
à esquerda, ganhou 10 cv mas continua muito inferior em desempenho
geral Embora a carroceria
seja a mesma, ficou 24% mais resistente à torção com novos elementos
estruturais. Melhorou também o índice de articulação, que significa
menor ruído interno. A suspensão foi recalibrada em toda a linha,
tendo em vista o aumento de peso em 30 kg, mas sem perder a
característica de maciez. A exceção é o 1,8-litro, que ganhou molas e
amortecedores de maior carga em ambos os eixos, ficando um pouco mais
firme. Pelo pouco que pudemos avaliar neste primeiro contato, em
percurso sem curvas, o resultado pareceu positivo. |
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