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A versão HLX
1,8: motor com alto torque, mas áspero, e a única com direção
assistida de série
O que chama atenção quando se dirigem ambos é a diferença de
desempenho, apesar dos apenas 6 cv de diferença. Enquanto o 1,0 é
realmente lento, exigindo aceleração a fundo e altas rotações por boa
parte do tempo (a potência máxima chega só a elevadas 6.250 rpm), o
1,25 flui com agilidade, parecendo um motor 1,5 ou 1,6. A sensação
para o motorista é de ter bem mais que 71 cv à disposição. Como a
diferença de preço é de apenas R$ 1.000, com o mesmo acabamento ELX, o
BCWS recomenda fortemente a opção pelo motor maior.
Quanto à tecnologia flexível, os índices
de desempenho marginalmente melhores com álcool (veja tabela abaixo)
fazem supor que a maioria não perceberá o que está no tanque, a não
ser pelas visitas mais freqüentes ao posto: um tanque rende menos de 400
quilômetros (com 10% de margem) em uso urbano, pelos dados de fábrica,
contra 560 km com gasolina.
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