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O painel, compacto, inclui um minúsculo conta-giros e dispensa o termômetro do motor (há apenas a luz-piloto correspondente). Quebras de tradição na VW são a iluminação em branco, ao estilo GM, e o comando de luzes na alavanca do indicador de direção, em vez de no painel. A porta do motorista traz os controles de vidros (com função um-toque, sensor antiesmagamento e temporizador) e um porta-garrafa plástica de até 1,5 litro.

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Variações: o CrossFox (à direita) é apenas um estudo, mas o furgão Fox
Work pode ser encomendado por frotistas, com ou sem banco traseiro

Há gaveta deslizante sob o banco do motorista, porta-CDs na parte inferior do painel (que não pode ser retirado com uma marcha ímpar engatada...) e bolsas nos encostos dianteiros. As portas se travam ao rodar, mas deveriam poder ser abertas por dentro mesmo trancadas; de todo modo existe interruptor central na do motorista. As três portas, aliás, são difíceis de fechar na primeira batida e as laterais são bem pesadas. Como em outros lançamentos recentes como o Fit, cinzeiro e acendedor de cigarros foram abolidos.

O Fox marca, enfim, a utilização pela VW de uma solução desenvolvida por ela há 20 anos para o Projeto BY, um míni-Gol que nunca foi produzido: o banco traseiro que desliza no sentido longitudinal, a exemplo do Renault Twingo, para privilegiar o espaço para passageiros ou para carga, de acordo com o interesse do momento. Para o ajuste (em até 150 mm) basta puxar uma alavanca abaixo dele. O acesso a esse banco é que é precário, pois os assentos dianteiros não se deslocam à frente.

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Para competir: o conceito Fox Rally, que pode substituir o Gol nas pistas

Com esse sistema, o volume do compartimento de bagagem pode passar de 260 para 353 litros (até o nível do encosto), maior que o de 330 l do Golf e idêntico ao do Fit, líder entre os pequenos. Com o rebatimento do banco traseiro vai a 1.016 l e com sua remoção, por quatro parafusos que exigem ferramenta, a 1.236 l (até o teto nesses dois casos). Para rebater o banco não é preciso remover os encostos de cabeça, que são retráteis e incomodam o passageiro se não levantados à altura correta, uma boa medida. Continua

A família vai crescer
A primeira derivação do Fox a chegar é a versão de cinco portas, no primeiro trimestre do próximo ano. Muitos vão lamentar que não seja oferecida desde o início, já que o mercado tende claramente para essa configuração a partir de certa faixa de preço.

Perua e picape, para suceder futuramente à Parati e ao Saveiro, também devem estar nos planos da VW. Há quem fale até em um três-volumes, que substituiria o Voyage caso realmente chegue ao mercado. Mas a apresentação do carro, em Curitiba, PR, revelou outras propostas.

Duas, o Fox Pepper e o CrossFox, já foram mostradas aqui (saiba mais). Outra foi o Fox Rally, proposta de sucessor para o Gol no Campeonato Brasileiro da modalidade. Todo despojado por dentro (mas sobraram os controles elétricos de vidros...), dotado de estrutura tubular
e rodas de 17 pol com pneus de 215 mm, o conceito impressionou ao ser exposto na fábrica de São José dos Pinhais, PR.

A marca mostrou ainda o Fox Auto-Escola, com os necessários pedais suplementares no lado direito, e o Fox Work. Transformado em um pequeno furgão, perde os vidros laterais traseiros e, de acordo com a preferência do frotista, o banco posterior, tal e qual o Gol Furgão produzido nas décadas de 80 e 90. A marca diz já ter uma encomenda de 150 unidades para a empresa Schincariol. O preço depende da configuração escolhida.

Também foi apresentada uma unidade com os principais dos 30 acessórios da linha VW Tech, que começa a ser vendida na rede de concessionárias junto do próprio Fox. São spoilers, rodas de 14 e 15 pol, sistemas de áudio e cadeiras infantis, entre outros.

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