Também estão intocados o controle automático de velocidade com botões no volante, o temporizador regulável do limpador de pára-brisa, o ajuste elétrico de altura e inclinação de ambos os assentos dianteiros, os quatro porta-copos e até o rebatimento dos retrovisores externos, para passagem em locais mais estreitos. |
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O Grand Cherokee justifica sua fama em comportamento fora de estrada, mas no uso mais comum, em cidade e estrada, as suspensões de eixo rígido deixam a desejar em conforto e estabilidade |
| No enorme porta-malas (1.110
litros), que pode ser ampliado para 2.059 litros pelo
rebatimento total ou parcial (60/40) do banco traseiro,
uma rede segura objetos e o estepe vem sob o assoalho,
evolução sobre a montagem lateral do antigo Grand
Cherokee. Nota-se o peso adequado de sua porta para abrir
e fechar, viável mesmo para mulheres. E o vidro traseiro
permite abertura independente, prática para pequenos
objetos. E o que não agrada? O quinto passageiro não tem grande conforto e, como em todo utilitário-esporte (SUV), o assoalho é mais alto do que se gostaria. Faltam o temporizador dos controles elétricos de vidros (existe num simplório Corsa Wind...), teto solar, toca-CD (embora se possa instalar disqueteira de porta-malas em concessionária) e abertura automática da portinhola de abastecimento. |
| O computador de bordo
deveria indicar consumo em nosso padrão, km/l, e o
sistema de áudio bem que poderia funcionar sem a chave
no contato. Por fim, a alavanca do freio de
estacionamento fica mais próxima do passageiro que do
motorista, o que não ocorria no modelo anterior. Seis-em-linha dá conta do recado Se os aspirantes à versão Limited estavam preocupados quanto à perda de desempenho de seu sonho de consumo, podem ficar tranqüilos. Embora de concepção antiga (saiba mais sobre técnica), o motor de seis cilindros em linha, quatro litros, 190 cv de potência (13 cv a mais que no antigo Laredo) e 30,8 m.kgf de torque dá conta do recado muito bem, levando o SUV com desenvoltura na cidade ou na estrada. |
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Além da grade, os faróis são diferentes: recebem máscaras internas escuras. Mas mantêm os duplos refletores de superfície complexa, de grande eficiência |
| Claro, existe uma perda
em relação ao generoso V8 de 4,7 litros, 220 cv e 39,8
m.kgf da versão mais cara. A velocidade máxima cai de
201 para 185 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h piora
de 9,1 para 10,6 segundos (dados do fabricante). Ainda
assim, é um desempenho muito bom para o tipo de veículo
e similar ao de concorrentes como Mitsubishi Pajero V6 de
3,5 litros e Ford Explorer V8 de cinco litros. Continua |
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