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O motor do Laredo é uma unidade bastante antiga,
com cabeçote de ferro fundido e comando de válvulas
no bloco (OHV), enquanto o V8 do Limited tem
comando no cabeçote (OHC) e este é de alumínio.
Na nova geração teve aprimorados os coletores
de admissão e escapamento, o cabeçote e a bomba
d'água, para ganho de 13 cv -- de 177 cv para
190 cv. |
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O câmbio automático tem controle eletrônico,
mas apenas quatro marchas definidas. Já na versão
Limited, a segunda possui uma relação para as
mudanças ascendentes e outra, mais longa, que
pode ser adotada pelo controle eletrônico em
reduções. Isso evita o brusco aumento de rotações
que ocorre no Laredo ao se pressionar fundo o
acelerador (kick-down). |
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Seu sistema de tração integral, denominado
Quadra-Trac II, é permanente (por isso possui
diferencial central, necessário para se fazerem
curvas sem arrasto de pneus) e pode ter o torque
transmitido de 0 a 100% em cada eixo, conforme as
condições de aderência. No uso normal a tração
é traseira. Quando ocorre perda de tração,
surge diferença de velocidade entre os eixos e
uma bomba rotativa aplica pressão hidráulica à
embreagem multidisco, o que transmite torque às
rodas dianteiras, em frações de segundo. |
| > Não
equipa o Laredo, porém, o sistema Quadra-Drive,
disponível como opção na versão Limited, que
permite rodar mesmo com aderência em apenas uma
roda. |
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Dispositivo bem atual do Grand Cherokee é o de
distribuição eletrônica de pressão de
frenagem entre os eixos (EBD), que traz mais
equilíbrio ao frear em curva ou durante uma
manobra de desvio. Pena que os ultrapassados
eixos rígidos e a maciez da suspensão não
permitam um comportamento dinâmico similar --
guardadas as proporções -- ao de um automóvel,
como ocorre com Mercedes ML e BMW X5. |
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