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Onde a GM deveria ter
concentrado esforços, o interior do Astra, a evolução foi pequena:
mais tecido nos painéis de porta, iluminação amarela nos
instrumentos (um tanto pobre), maçanetas cromadas (apenas no CD e
GSi) e novos tons no painel, claros no Astra básico, escuros no GSi e
com duas cores no CD. Nada que eliminasse a impressão negativa,
quanto a alguns materiais, a quem conhece concorrentes como Focus,
Golf e Peugeot 307. O revestimento dos bancos do GSi, embora alegre,
é um tanto simples. Seu painel tem fundo branco nos instrumentos e
seção central em prateado. |
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O acabamento
do GSi decepciona pela simplicidade, mas a posição de dirigir Por outro lado, há
novos itens de conforto e conveniência: controle automático de
temperatura do ar-condicionado, controlador
de velocidade também com câmbio manual, alerta para excesso de
velocidade (programável entre 30 e 130 km/h), tomada de energia 12V
no porta-malas (exceto no cinco-portas, o que é incompreensível),
limpador do vidro traseiro automático no hatch (aciona-se ao
engatar a ré com os dianteiros ligados), retrovisor interno fotocrômico
e externos com lente azul. O Astra ganhou ainda a opção de bolsas
infláveis laterais, pela primeira vez num GM nacional. O Sedan traz
sistema de abertura do porta-malas acionado pelo interior, o que
previne acidentes com crianças (e pode ser usado em um seqüestro). |
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A versão
CD, vista aqui com cinco e quatro portas, recebeu as mesmas
alterações O
divertido GSi Não há alterações mecânicas no Astra 2003. Os motores de 2,0 litros com oito ou 16 válvulas, de 116 e 136 cv
na ordem, são os mesmos, mas o segundo passa a ser exclusivo do GSi
-- segundo a GM, representava cerca de 15% das vendas do Sedan e ainda
menos do hatch. Nada de novo também no câmbio (com opção pelo automático de quatro marchas,
exceto no GSi), freios, suspensões. Continua |
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