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Mas o bom desempenho ainda não garantia o sucesso das motos gaúchas, que em 1987 ganhavam um reforço na concorrência com a
XLX 350 R. Era preciso resolver os problemas de confiabilidade e encontrar um nicho de mercado a ser explorado. E então chegava a linha 1988 da Agrale, denominada Série 2.
Pronta para as trilhas
Para melhorar a robustez e a qualidade, muitos componentes e sistemas foram revistos, entre eles pistão,
biela, radiador, vedação da bomba d'água, válvula termostática e filtro de ar. E surgia a Explorer, versão da SXT 27.5 preparada de fábrica para o fora-de-estrada e as competições de enduro, que se tornaria grande sucesso.
Logo renomeada 27.5 E, pois o nome Explorer era de propriedade da Yamaha, a versão vinha despojada de tudo o que habitualmente é removido para competição: luzes de direção, bateria, retrovisores, miolo de ignição (não havia chave), conta-giros, marcador de temperatura, bagageiro, saia do pára-lama traseiro,
apoios de pés do garupa, as coberturas da corrente e do pinhão e a bomba de óleo dois-tempos -- fazia-se a mistura no próprio tanque.
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