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A conveniência da partida elétrica, opcional, era a única novidade no motor de 190 cm3 e 30 cv, o mesmo da Dakar, que também recebia o recurso.
A Elefantre utilizava também um freio dianteiro mais eficiente, sem a tendência a ficar "elástico" como o da linha anterior, e nova suspensão frontal, com o eixo à frente do garfo (nas 27.5 e 30.0 ficava atrás deste, e nas 16.5, na mesma linha). Em 1990 essas melhorias chegariam à 27.5 E.
A Agrale popular Mas
a Agrale não descartou a base da SXT. Além da 27.5 E, uma versão simplificada e menos potente foi desenvolvida, para tornar a marca mais acessível. Denominada SST 13.5, utilizava um motor de 125 cm3 arrefecido a ar da Cagiva, com 13,5 cv de potência e 1,32 m.kgf de torque. Como era voltada ao uso urbano e não às trilhas, a relação de transmissão foi alongada, mas em excesso: a sexta marcha não conseguia manter a velocidade constante, na estrada, a menos que o piloto se abaixasse...
Continua
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