


Montana: excelente sistema de áudio, portas em plástico e visibilidade
complicada pelas colunas largas e caçamba elevada



Strada: teto solar de operação incômoda, portas com mais tecido e
alavanca de ajuste do encosto que prensa a mão contra o freio |
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Ótimo o controle elétrico
dos vidros do Montana, com função um-toque
em ambos os lados (só no esquerdo no Strada), sensor
antiesmagamento,
temporizador e fechamento automático
ao trancar o carro. Pena que os botões fiquem muito recuados, um
desconforto de toda a linha. Também oferece interruptor no console para
travar as portas, seu travamento automático ao rodar (por outro lado,
precisam ser destravadas para abrir) e destravamento em dois estágios (a
do motorista em separado).
Outros detalhes que favorecem o modelo da GM: alarme de fábrica com
sensor de ultra-som, pára-brisa com faixa degradê, espelho também no
pára-sol do motorista, temporizador ajustável do limpador de pára-brisa,
luz interna com apagamento gradual e porta-óculos no lugar da alça de
teto esquerda. Nota 10 para o vidro traseiro verde mais escuro
(transparência de 50%, mínimo permitido por lei), opcional, que minimiza
o desconforto do sol por trás.
Por sua vez, o picape da Fiat leva vantagem apenas por ter o estepe mais
acessível para uso e verificação de pressão (montado atrás da cabine em
vez de sob a caçamba como no Montana, embora este aproveite melhor o
espaço), cinzeiro e acendedor de cigarros, eliminados nos Chevrolets
mais baratos.
O Strada usa as portas do Palio de três portas, e o Montana, as do Corsa
de cinco. Portanto, no Chevrolet são menores e mais leves, para maior
ângulo de abertura em espaços apertados. A vantagem da solução da Fiat é
facilitar o acesso à parte traseira da cabine, com a ajuda de bancos que
movem também o assento à frente quando basculados. É exatamente pelas
portas menores que o Montana — bem como o Saveiro — recorre a pequenos
vidros adicionais, que levam os desavisados à confusão com cabine
estendida.
A opção pela cabine longa tira espaço da caçamba do Strada, que cai para
800 litros, dando ampla vitória ao Montana com 1.143 l (sua capacidade
em peso é também maior em 50 kg). Só este tem
comprimento suficiente para levar uma moto, o que conta pontos para
alguns usuários, mas quem optar pelo modelo de cabine simples da Fiat
(não com acabamento Adventure, porém) poderá fazê-lo. Os dois contam com
revestimento plástico, sendo possível equipá-los com cobertura marítima,
que favorece também a aerodinâmica e é por isso recomendável. A GM
poderia adotar mais ganchos, sendo apenas quatro externos e nenhum
interno.
Continua
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