| > O motor da Picasso,
todo de alumínio, é de nova geração, com peso, atrito e consumo reduzidos em relação ao 2,0 16V conhecido do Xantia e do Xsara antigo.
Até o diâmetro dos cilindros e o curso dos pistões (antes
86 x 86 mm, como na Zafira) foram modificados, passando a 85 x
88 mm. |
| > A Citroën divulga que a redução de potência
-- de 137 cv do C5 e Xsara para 118 cv na minivan -- manifesta-se apenas acima de 5.000 rpm e que ele "se comporta como um verdadeiro 137 cv"
em regimes inferiores. |
| > Suas relações de transmissão são curiosas: quinta marcha extremamente longa, 0,659:1, e diferencial bastante curto, 4,933:1. As demais marchas são
também um pouco mais longas que nas concorrentes, mas o regime a 120 km/h em quinta é similar ao
da Zafira
(veja ficha técnica). |
| > Ainda quanto às
relações de marcha, a Picasso é a que mais se aproxima da
rotação de potência máxima ao atingir a velocidade final,
faltando menos de 300 rpm. Nas demais o desajuste fica em
torno de 500 rpm -- o que prejudica um pouco a velocidade
máxima, mas não causa grande perda em veículos familiares
como estes. |
| > A Scénic é a única com a tecnologia de alavancas roletadas para acionamento das válvulas
(saiba como funciona), que colabora para a
alta potência específica de
68,7 cv/l -- são 58 cv/l na Picasso e 56 cv/l na Zafira -- e o baixo consumo. |
| > As três usam a consagrada suspensão dianteira McPherson, mas as traseiras são distintas: eixo de torção com molas helicoidais na
Zafira e braço arrastado com barras de torção na Picasso e Scénic. Em cada caso é seguido o modelo do automóvel de que derivam, mas com especificações diferentes. |
| > A Zafira pode vir com direção de assistência eletroidráulica, em que a bomba hidráulica é movimentada por motor elétrico e não por ligação mecânica ao motor, o que reduz o consumo de potência deste. |