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Comparativo Completo

Não há luxo, mas sim eficiência, também nos painéis: conjuntos simples e de fácil leitura, incluindo conta-giros. A iluminação do Civic, em branco, agrada mais que a amarelada do Vectra, que também perdeu elegância com a adoção de recortes angulosos na moldura dos instrumentos. Bom recurso no GM é o alerta programável para excesso de velocidade, de fácil ajuste; há também indicador de temperatura externa, que falta ao oponente.

A posição do motorista agrada nos dois carros, embora o GM (à esquerda) não traga
de série o ajuste de altura do banco; no Honda a regulagem do encosto não é contínua

O controle elétrico dos vidros do Vectra é dos melhores, com função um-toque e sensor antiesmagamento para todos (no Civic, só no do motorista), além de temporizador e fechamento comandado a distância. Suas portas se travam ao rodar e são destravadas em dois estágios (a do motorista em separado), ao contrário do Honda, mas em ambos deveriam ser abertas por dentro mesmo travadas. No Civic o travamento das portas a distância é indicado pelas luzes de posição e não de direção; se estiverem acesas, faltará a confirmação visual.

Os dois carros possuem amplos porta-objetos e luz de aviso de porta mal fechada (inédita em um GM nacional), mas só o Civic traz dois hodômetros parciais, comando interno da tampa do porta-malas (mas a do Vectra se destrava junto das portas), que pode ser travado junto com o do tanque de combustível, e aviso sonoro e visual (luz-piloto) para uso do cinto.

Vectra: instrumentos bem legíveis, com estranhos recortes angulosos, e excelentes
controles de vidros, embora os botões no console não estejam onde se espera

Sem o pacote opcional CD, o Vectra revela simplificação em vários detalhes em relação ao antigo GLS: não traz sensor de ultra-som para o alarme (nem o Civic), luzes de leitura, alças de teto e luzes de cortesia para o banco traseiro, espelho no pára-sol do motorista (e o do passageiro não é iluminado, nem no Honda), ajuste de altura do banco, comando elétrico do porta-malas e banco traseiro rebatível, além das rodas de alumínio.

Neste Civic não incomodou a interrupção do compressor de ar-condicionado ao acelerar a fundo, que consideramos muito inconveniente na avaliação do modelo 2002. A Honda parece tê-lo recalibrado para menor sensibilidade -- ou havia algo defeituoso na unidade antes avaliada?

Civic: assoalho traseiro plano, encostos dos bancos em vinil, de aparência pobre, e
um painel simples e funcional, com iluminação mais agradável que no oponente

No Vectra, por outro lado, persiste um defeito crônico de renovação de ar, observado há sete anos. Como o ar interno não tem por onde sair (o que é bem perceptível pelos fumantes), aquele admitido pelo ar-condicionado encontra uma "parede" de ar quente para empurrar. O resultado, bem conhecido por seus usuários, é que os passageiros do banco traseiro ainda passam calor enquanto os da frente já estão gelados. Há ainda os problemas do sistema de ventilação, que expele um ar mais quente que o externo, e do aquecimento da cabine ao estacionar, pelo calor vindo do motor. Continua

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