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Os dois carros trazem bons detalhes, como maçanetas de fácil localização à noite (cromadas no Accord, em alumínio no C5), pára-sóis com espelhos iluminados, tomada de energia 12 volts no console, porta-copos (três no Citroën, quatro no Honda, incluindo os do apoio de braço traseiro), indicação gráfica de portas abertas (e qual ou quais), antena incorporada ao vidro traseiro.

Bom espaço até para cinco pessoas também no Accord, que vem de série com ajuste
elétrico do banco do motorista. Atrás, porta-copos no apoio de braço, como no C5

O C5 traz, como recursos adicionais, retrovisor interno fotocrômico, controle elétrico dos vidros com função um-toque para todas as operações (só no do motorista e para a descida no Accord) e sensor antiesmagamento (temporizador vem em ambos), abertura parcial e fechamento dos vidros pelo controle remoto (fecha também o teto solar), luzes de leitura traseiras, pára-sóis duplos (no Honda, em contrapartida, existem extensores para melhor proteção do sol pela lateral) e cortina de proteção solar no vidro traseiro.

O capô do Citroën se mantém erguido por molas a gás, em vez da arcaica vareta, e a buzina é dupla e condizente com o automóvel, ao contrário da aguda e estridente do Accord -- este um padrão do mercado japonês que a marca poderia abandonar em outros mercados. Outra herança nipônica do Honda, que requer hábito, é o bocal do tanque de combustível à esquerda, característico de países com "mão inglesa".

Clique para ampliar a imagem Além de porta-malas mais espaçoso (456 contra 399 litros), o Citroën oferece o fácil acesso de uma quinta porta e traz tela de proteção solar junto ao vidro traseiro

Opcionais exclusivos do C5 são os faróis e limpador de pára-brisa com acionamento automático, que chega a fechar os vidros e o teto solar se a chuva começa ou aumenta; retrovisores externos com recolhimento elétrico, automático ao trancar o carro e manual quando se deseja passar em locais estreitos; espelho direito que focaliza o meio-fio ao engatar a marcha à ré, podendo ser desativado; rodas com sensor de pressão dos pneus, que indica no painel se houver perda de ar (saiba mais); e sistema auxiliar de estacionamento. Todos itens de alta tecnologia e muito convenientes em algumas situações.

O Accord, em contrapartida, tem como vantagens os comandos do controle de velocidade e do sistema de áudio no volante, luzes de cortesia nas quatro portas, pára-brisa com faixa degradê (que os europeus costumam dispensar, pelo pouco sol que têm por lá), enorme porta-objetos no console central (mediano no Citroën, apesar de seu grande porta-luvas) e comando interno da portinhola do tanque de combustível (no C5 é preciso chave).

Pequeno para o carro, o porta-malas do Honda deixa a desejar pelos fios e chapas à mostra na tampa. Existe uma segunda chave, sem acesso a esse e outros compartimentos
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Este comando, o do porta-malas, o rebatimento do banco traseiro e o acesso à bagagem pelo apoio de braço podem ser travados pela chave-mestra, havendo uma "de manobrista" que não pode abri-los. Luzes no painel alertam para atar o cinto (no Citroën também) e retirar a chave do miolo de ignição, enquanto sinetas que não irritam -- uma lição para GM e Ford em seus picapes de origem americana -- alertam sobre luzes acesas e a chave esquecida. Continua

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