Digno de nota também o comando do teto solar no painel, à esquerda do volante: embora contrário a nossa preferência por posições intuitivas dos controles dos automóveis
(saiba mais), é mais conveniente do que aquela no teto, encontrada em
praticamente todos os carros do mundo (outra exceção é o Porsche
911). Uma falha é o sistema de áudio não funcionar sem ligar a ignição, ao contrário do concorrente. |
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No C5 (à
esquerda), câmbio manual-automático e um sofisticado
ar-condicionado; Só o Honda traz destravamento das portas em dois estágios (a do motorista em separado) e práticos interruptores para travá-las em cada porta dianteira (no Citroën, um só no painel e confuso, pois
o LED acende-se quando estão trancadas, e não o contrário). Por outro lado, não se justifica a buzina estridente que toca ao ativar o alarme,
por já existir indicação visual através das luzes de posição --
e esta não é vista ao estacionar com luzes acesas. No C5 tudo é mais coerente, com indicação
apenas pelas luzes de direção. |
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A versão
2,0-litros de 138 cv responde por mais de 90% das vendas deste
Citroën, o que se explica pelo preço mas também pelo bom
desempenho: responde bem mesmo em baixa rotação |
A Honda informa o mesmo número do modelo vendido nos EUA, mas aqui ele seria provavelmente menor, pelo enchimento colocado para acomodar o estepe de tamanho normal
em vez do estreito, de uso temporário. Apenas o Accord usa roda de alumínio também nesse
pneu (montado internamente em ambos), mas faltou nele um acabamento digno no interior da tampa do porta-malas,
que expõe fios e soquetes incompatíveis com o padrão do carro. |
| O Accord só
tem motores de 2,3 litros no Brasil, com 150 cv nesta versão EX-R.
Apesar das árvores de balanceamento, revela ligeira aspereza em alta
rotação |
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Em ambos percebe-se a boa distribuição de torque, pela agilidade com que respondem
ao acelerador. São também silenciosos, mas exibem ligeira aspereza em alta rotação, mesmo o Accord contando com
árvore de balanceamento. O lado positivo é que o usuário comum, sem pretensões esportivas, não precisará superar os 3.000 giros na maioria das situações, tarefa facilitada pelas relações longas da transmissão automática
-- no C5 de câmbio manual são um tanto curtas. Continua |
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