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Sob o capô,
até 7 cv e 1,5 m.kgf adicionais ao usar álcool. Por dentro, a tardia
opção de bolsas infláveis e a eliminação do cinzeiro e do acendedor de
cigarros
O que está longe de
atender às necessidades é a autonomia. Ao usar álcool, e estimando
consumo 20% maior que o divulgado pelo fabricante, rodam-se menos de
400 km na estrada com o tanque de 52,5 litros (10% de margem de
segurança), muito pouco para um veículo familiar. Aumentar a
capacidade do tanque "é complicado, mas não é impossível", responde
Pedro Manuchakian, diretor-executivo de engenharia da GM. Complicação
à parte, é algo em que a marca precisa investir, e rápido, pois não se
admite que o usuário tenha de usar gasolina, gastando mais, apenas
para evitar uma parada em viagem.
De resto, com exceção dos logotipos Flexpower na tampa traseira
e no cabeçote do motor (e do reservatório de gasolina para partida a
frio), só um detalhe diferencia a Meriva 2004: a remoção do cinzeiro e
do acendedor de cigarros, substituídos apenas por uma tomada de 12
volts, como já ocorrera no Corsa e no Celta. Há inclusive as opções de
freios antitravamento (ABS) e bolsas infláveis frontais, reivindicadas
desde o lançamento da minivan em 2002, mas só introduzidas neste
segundo semestre.
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