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O interior é simples, mas condizente com sua proposta, e leva diversas vantagens sobre
o do Celta em termos de aparência e funcionalidade, a começar pelos instrumentos

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Equipamentos de série e opcionais
Ajuste de altura dos bancos mot./pas. ND
Ajuste de apoio lombar mot./pas. ND
Ajuste do volante altura/profundidade ND
Ajuste elétrico dos retrovisores ND
Alarme antifurto/controle a distância S/ND
Aquecimento S
Ar-condicionado/controle automático S/ND
Bancos/volante revestidos em couro ND
Bolsa inflável mot./pas./laterais ND
Câmbio automático O
Comando interno do porta-malas ND
Computador de bordo ND
Conta-giros S
Controlador automático de velocidade ND
Controle de tração/estabilidade ND
Controle elétrico dos vidros diant./tras. S/ND
Controles de áudio no volante ND
Direção assistida S
Faróis de neblina ND
Freios antitravamento (ABS) ND
Imobilizador eletrônico S
Limpador/lavador do vidro traseiro NA
Luzes de leitura diant./tras. ND
Luz traseira de neblina ND
Rádio/toca-CDs AC
Relógio S
Repetidores laterais de direção ND
Rodas de alumínio AC
Terceira luz de freio AC
Teto solar/comando elétrico ND
Travamento central das portas S
Vidros verdes S
Convenções: S = de série; O = opcional; AC = acessório instalado em concessionária; ND = não disponível; NA = não-aplicável
Preços
Básico R$ 37.033
Como avaliado R$ 45.712
Completo R$ 45.712
Veja os preços dos opcionais no site www.gm.com.br

Melhor que o irmão mais novo   Por dentro, o Classic (avaliado na versão Super, de topo) chega a parecer nostálgico, com seu desenho típico da década passada. Mas isso não deprecia o carrinho, que agrada mais nas formas internas que o próprio Celta. O painel é bem elaborado, as portas têm amplo revestimento em tecido e o volante há tempos passou a ser de três raios, bem melhor que o antigo de dois. Os instrumentos têm fundo cinza, mais bonito e funcional que o branco que a GM usa em outros modelos, e a qualidade dos plásticos está acima da média do segmento. O tecido dos bancos é simples, mas coerente.

Em relação ao Celta, há pelo menos nove vantagens: buzina acionada no volante (onde a maioria dos motoristas a espera encontrar) e não na alavanca à sua esquerda, termômetro do motor, mostrador de combustível analógico (mais prático que o de cristal líquido), difusores de ar perfeitos, controle elétrico dos vidros bem colocado nas portas, alarme instalado de fábrica (mas deveria ter comando a distância), mostrador separado para o sistema de áudio, indicador de temperatura externa e locais nas portas para alto-falantes e até tweeters (no Celta os dianteiros têm de ficar sob o painel!).

Por outro lado, há vários pontos em que o Classic deixa a desejar. A posição de dirigir é um inconveniente bem conhecido, com o volante mais à direita e falta de espaço para a perna esquerda. Também achamos cansativos os bancos, com espuma muito mole na região lombar. O porta-luvas é ínfimo, a não ser que se dispense o ar-condicionado, e faltam a faixa degradê no pára-brisa e o travamento automático das portas ao rodar — aliás, são destravadas por incômodos pinos, em vez do comando junto à maçaneta do Celta.

Espaço interno não é o forte do Corsa antigo, mas o banco traseiro acomoda bem dois adultos e uma criança. O assento curto, porém, não apóia bem as pernas. Já o porta-malas atende bem às necessidades, ao carregar 390 litros — quase igual ao de um Civic, carro bem maior, e não muito menor que o de outros sedãs médios —, e se destrava junto das portas pelo comando elétrico. Em termos de segurança passiva, apenas o essencial: encostos de cabeça e cintos de três pontos para quatro dos ocupantes, sem opção de bolsas infláveis.

A impressão deixada pelo Classic automático é a de um carro honesto, que cumpre o que promete, oferece relativo conforto no tráfego denso e transporta a família para qualquer lugar sem incomodar. Mesmo simplificado com o passar do tempo (nem cinzeiro tem mais: só um porta-lixo onde não se deve pôr material ígneo, alerta uma etiqueta), ainda agrada mais no interior que o irmão mais novo.

No entanto, a GM precisa diminuir a sede com que vai ao pote. Na versão Super com câmbio automático, custa nada menos que R$ 45,7 mil. O Honda Fit LX CVT (com motor de 1,35 litro e 80 cv), segundo na escala de preços com esse tipo de caixa, sai a R$ 47,6 mil e, além do projeto muito mais atual, traz bolsa inflável para o motorista. Haja fidelidade ao veterano Corsa para lhe dar a preferência. Continua

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