Um Hilux a passeio Bom motor a gasolina e mais itens de conforto
tornam |
Já se vão quase três anos desde nossa última avaliação
completa com um Toyota Hilux. O picape nipo-argentino (hoje é feito no país vizinho, apesar de importado do Japão em seus primeiros anos de
mercado) agradou, à época, pela robustez e valentia, lembrando mais seu antepassado -- o jipe Bandeirante -- do que um automóvel. Mas deixou muito a desejar em conforto e desempenho para o uso urbano. |
| A versão a gasolina foi criada em função do mercado brasileiro. Com o motor de 2,7 litros que vinha no SW4, tem torque muito bom e desempenho suficiente para o tipo de veículo | ![]() |
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Em lugar da única opção do 2,8-litros a diesel, de modestos 77 cv, há agora um leque de escolha entre
diesel (3,0 de 90 cv), turbodiesel (116 cv) e gasolina, este um moderno 2,7 de 16 válvulas e 142 cv. Além do ganho em desempenho, o último motor representa uma redução em preço, já que os diesels são bem mais caros. Pode-se ter um Hilux SRV de cabine dupla e tração 4x2, como o avaliado, a partir de R$ 52.874,24
-- com o diesel sem turbo seriam R$ 58.897,77. |
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A reformulação dianteira deixou o Hilux mais atual e imponente, mas ainda não fez dele um exemplo de beleza. A versão 4x2 retorna ao mercado com a novidade da suspensão elevada, a mesma da 4x4 |
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Como se sabe, a legislação
exige capacidade de carga mínima de 1.000 kg para uso de diesel. Enquanto seus concorrentes S10 e Ranger
aproveitam para adotar uma calibragem mais macia com motor a gasolina, o que restringe a capacidade a cerca de 800 kg, o Hilux continua tão firme nesta versão quanto é na diesel. Como o motor pesa menos, pode-se carregar até mais carga -- 1.235 kg, no caso da cabine simples, ou 1.195 kg com a dupla -- ao optar pela gasolina. |
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Data de publicação deste artigo: 16/2/02
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