Na atual configuração, desenvolve 218 cv e atinge torque máximo de 39,8 m.kgf a 3.300 rpm -- regime algo elevado, mas percebe-se boa distribuição por toda a faixa de operação. Extremamente suave, permite viajar em baixa rotação, como cerca de 2.000 rpm a 100 km/h. O desempenho anunciado é razoável para o tipo de veículo: aceleração de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e velocidade máxima de 185 km/h. Quanto ao consumo, as marcas declaradas parecem um tanto otimistas. |
| Conveniência: os passageiros do banco traseiro podem ajustar a ventilação e o áudio -- e até mesmo escutar, com fones, uma fonte diversa da ouvida na frente | ![]() |
| O câmbio automático de
quatro marchas (sendo a última uma sobremarcha -- saiba
mais), com carcaça
de alumínio e alavanca na coluna de direção, conecta-o
a um sistema de tração integral moderno e eficiente.
Sensores nos eixos dianteiro e traseiro detectam diferenças
de rotação e, mediante controle eletrônico, o sistema
redistribui o torque entre os eixos. Em condições normais de aderência, 70% do torque chegam às rodas traseiras. Ocorrendo perda de tração, as dianteiras ganham força, restabelecendo a aderência e permitindo transitar em condições bastante severas para um veículo desse porte e peso. Foi o que se constatou em avaliação promovida pela Ford para a imprensa, em estradas e terrenos enlameados da região de São Bernardo do Campo, SP. |
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Abertura
das portas pode ser feita por um código escolhido pelo
usuário. Luzes Como a grande maioria dos utilitários-esporte -- exceções feitas aos da Mercedes e BMW --, o Explorer recorre ao arcaico eixo rígido com feixes de molas na suspensão traseira, que prejudica estabilidade e conforto em pisos desnivelados, pois as irregularidades sofridas por uma das rodas transmitem-se à do outro lado. Na frente a suspensão é independente, com braços sobrepostos, sistema dos mais eficientes nesse tipo de veículo. A prioridade ao conforto, porém, levou à Ford a uma calibragem bem macia, que mascara o problema em relação ao conforto. Quanto ao comportamento dinâmico, valem as mesmas restrições feitas pelo Best Cars Web Site a qualquer desses veículos: devem ser dirigidos com especial cuidado, em função da altura elevada e conceitos de suspensão incondizentes com o desempenho que atingem. |
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O veterano motor V8 de quase cinco litros move as duas toneladas sem dificuldade. Aceleração de 0 a 100 km/h é razoável, em 11,7 segundos |
| Por falar em segurança,
valem destacar os bons freios e a presença de quatro
bolsas infláveis, sendo as laterais (montadas nos bancos
dianteiros) uma novidade no Explorer. Os cintos
dianteiros possuem pretensionadores e há luz indicadora
de cinto do motorista desafivelado no painel. Doses generosas de sofisticação, oferecidas a US$ 54.135, ou cerca de R$ 100.000, pela cotação promocional da Ford. Uma vantagem consistente sobre os concorrentes e até sobre o Nissan Pathfinder SE (leia avaliação completa), de apenas 170 cv. O Explorer pode não oferecer o mesmo status dos utilitários-esporte mais caros, mas em relação custo-benefício aparece como uma grande opção. |
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