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O Hy-Wire da GM aproveita a pilha para fácil substituição da carroceria

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A plataforma do conceito GM Sequel: novas possibilidades para a pilha

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Puyo (em cima) e FC Sport: outras propostas da Honda com a tecnologia

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Proposta coreana: o iBlue da Hyundai, conceito elaborado para esse fim

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A Zafira Hydrogen já está na terceira versão; perde dois dos lugares

Entre os conceitos do grupo GM com a tecnologia, destaca-se o Hy-Wire, um sedã de formas futuristas apresentado em 2002. Um chassi com 28 cm de espessura acondicionava a pilha, os motores elétricos e todos os sistemas mecânicos do carro, de modo a obter baixo centro de gravidade. Além disso, tal plataforma podia ser "vestida" por diferentes carrocerias com facilidade, uma troca possível em meia hora. E, pelo uso de direção, freios e acelerador eletrônicos sem conexões mecânicas, o motorista podia se sentar à esquerda, à direita ou mesmo no centro sem grandes modificações. O Hy-Wire usava motor elétrico de 82 cv, alcançava 160 km/h e tinha autonomia de 200 km.

Outras propostas da empresa com a pilha foram o GM Sequel de 2005 e o Cadillac Provoq de 2008. Nesses dois crossovers, a pilha produzia energia para recarregar as baterias e ampliar a autonomia, que chegava perto de 500 km. Já no Hummer H2H, de 2004, o motor V8 convencional podia usar hidrogênio e obter 180 cv com auxílio de compressor — a versão normal tem 325 cv sem o recurso de superalimentação.

Honda
A marca japonesa é o primeiro fabricante a colocar um carro com pilha a combustível no mercado. O sedã médio-grande FCX Clarity — similar ao carro-conceito FCX de 2005 — chegou em 2008 aos consumidores do sul da Califórnia, nos Estados Unidos, região escolhida pela maior rede de abastecimento de hidrogênio. O gás fica em um só tanque e há uma série de baterias de íon de lítio para alimentar o motor elétrico, cuja potência equivale a 134 cv, suficiente para chegar a 160 km/h. Esta nova geração da pilha da Honda traz importantes evoluções sobre a anterior, como rendimento 20% maior em quilômetros, autonomia 30% mais longa, relação peso-potência 120% melhor (para o que contribui a redução de 180 kg no peso do sistema) e dimensões 45% menores.

O Clarity foi precedido por vários estudos do projeto FCX. O primeiro conceito com essa denominação, em 1999, era um sedã quatro-portas com pilha a combustível e motor elétrico de 80 cv. Em 2002 a Honda optou por uma carroceria menor, de hatch três-portas, e adotou dois tanques de hidrogênio na parte traseira. Pesado (1.680 kg), o pequeno modelo acelerava razoavelmente bem, de 0 a 100 km/h em 11 segundos, e tinha autonomia média de 335 km. O carro foi colocado em uso por entidades do governo e empresas, para avaliar o sistema em condições práticas de rodagem, e em 2005 chegou a mãos de clientes particulares para o mesmo fim.

A empresa também usou a pilha em conceitos futuristas que ainda não chegaram às ruas, como o estranho sedã de luxo Kiwami do Salão de Tóquio de 2003 e o Puyo, minicarro do mesmo evento em 2007. Agora em 2008 revelou o esportivo FC Sport, com o sistema do FCX Clarity revisto para a nova aplicação. Até a motoneta de conceito FCMC de 2004 recebeu a tecnologia.

Hyundai
A pilha foi usada em conceitos como o Santa Fe FCEV, de 2001; o Tucson FCEV, de 2004; e o i-Blue de 2007, projeto de formato monovolume não baseado em modelo de produção. No i-Blue a pilha foi montada sob a cabine (no Tucson vinha no lugar habitual do motor), para melhor distribuição de massas, e o reservatório para 115 litros de hidrogênio trazia grande autonomia, 580 km. Continua

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