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Depois do P2000 (em cima), a Ford norte-americana desenvolveu o Focus com pilha, do qual 30 unidades já foram colocadas em testes

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No Edge HySeries a pilha também recarrega as baterias; o Fusion Hydrogen (embaixo) bateu recorde de velocidade ao atingir 333 km/h

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O Chevrolet Equinox com pilha a combustível entrou em testes de rua

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O Panda não usa baterias: roda com eletricidade obtida imediatamente

Fiat
Depois de experimentos como Seicento, nas versões Elettra Fuel Cell de 2001 e Hydrogen de 2003, o pequeno Panda foi escolhido pela marca de Turim para receber a pilha como estudo. Na mais recente versão, de 2006, o jogo de pilhas e o tanque de hidrogênio vêm sob o assoalho, em vez de estar no compartimento habitual do motor como no Panda de 2004. Outra mudança em relação ao conceito inicial foi a exclusão das baterias: este Panda consome de imediato a eletricidade obtida do hidrogênio. Se o desempenho é modesto (máxima de 125 km/h), a Fiat garante que ele pode rodar quase 200 km entre cada abastecimento, que leva apenas cinco minutos.

Ford
A marca chamou de P2000 seu programa de veículos de emissão zero. O primeiro modelo com pilha a combustível, de 1999, era baseado no sedã Contour, o Mondeo do mercado americano. Um ano depois aparecia o Focus sedã conceitual com pilha. Com motor elétrico de 87 cv, obtinha máxima de 130 km/h e autonomia de até 320 km. O carro teve 30 unidades colocadas em testes em sete cidades nos EUA, Canadá e Alemanha e, segundo a empresa, essa frota já acumulou mais de 480 mil km de avaliações. Teste semelhante é feito com o utilitário esporte Explorer, que nesta versão armazena hidrogênio suficiente para 560 km.

O crossover Edge também já tem uma versão de conceito com a pilha, a HySeries Drive. A carga total das baterias de íon de lítio (que pode ser obtida em tomada comum de 110 ou 220 volts) é suficiente para rodar 40 km, após os quais a pilha entra em funcionamento para recarregá-las, elevando a autonomia a 360 km. A Ford aplicou a tecnologia ainda ao conceito Airstream. E em 2007 o protótipo Fusion Hydrogen 999 atingiu 333,5 km/h nos lagos salgados de Bonneville, Utah, EUA — um recorde para veículos com essa tecnologia e base em modelo de produção.

E, como a BMW, a empresa também estudou o hidrogênio para motores de combustão interna. No picape F-250 Super Chief, um V10 dotado de compressor podia funcionar com gasolina, E85 e hidrogênio líquido. O compressor operava apenas quando o motor usava hidrogênio, para compensar a perda de potência.

General Motors
A corporação norte-americana detém a primazia no uso de pilha a combustível em veículos: o conceito Electrovan, de 1966, um furgão GMC adaptado. Grandes tanques no compartimento de carga armazenavam, separados, o hidrogênio e o oxigênio. A velocidade máxima ao redor de 100 km/h e a autonomia média de 190 km eram números interessantes para a época, mas o altíssimo custo, sobretudo pela platina empregada no sistema, deixou a tecnologia em espera por muito tempo.

Como a Ford, a GM hoje mantém em testes um modelo de produção normal adaptado. Cem unidades do utilitário esporte Chevrolet Equinox foram às ruas durante 2008 nas cidades de Nova York e Washington, D.C. e no sul da Califórnia. Os tanques de hidrogênio o armazenam a 700 bars e permitem autonomia de 320 km, enquanto o motor elétrico tem potência de 128 cv, para 0-100 km/h em 12 segundos. Por meio de seu braço alemão, a Opel, a GM também aplicou a pilha à minivan Zafira. A versão Hydrogen 3 usava hidrogênio tanto em estado líquido quanto comprimido. O primeiro tanque permitia autonomia de 400 km; o segundo, de 270 km. O motor elétrico de 82 cv trazia 0-100 km/h em 16 segundos e a minivan mantinha cinco dos sete lugares habituais. Continua

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