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Dois motores em um
Comando de válvulas "manso" ou "bravo"? Com os |
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Potência em baixas, médias e altas rotações, economia de combustível
e respeito a limites cada vez mais severos de emissões poluentes:
são tantas as exigências a um motor moderno que muitos fabricantes
têm optado por sistemas variáveis, caso do comando de válvulas e do
coletor de admissão. |
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O pioneiro VTEC da Honda, lançado no fim dos anos 80 no Civic: cames "mansos" e "bravos" que atuam conforme a rotação, em uma troca repentina que altera totalmente o comportamento do motor |
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Normalmente, o comando de válvulas é projetado como solução de
compromisso, de maneira a ficar no meio de dois mundos: obter a
maior potência possível, obtida com rotações mais altas, mas sem
prejudicar demais o desempenho em giro baixo. Sempre que um "mundo"
é favorecido, o outro sai prejudicado, uma regra imutável. |
| No superesportivo NSX, lançado em 1991, a Honda conseguia 273 cv do V6 de 3,0 litros, potência específica das melhores em motores aspirados |
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É
aí que o comando variável mostra seu valor, ao permitir que essas
duas necessidades sejam plenamente atendidas, desse modo quebrando
uma regra que vem dos primórdios do automóvel. O que o sistema
variável faz é adaptar o momento de abertura e fechamento e, em
alguns casos, o levantamento das válvulas conforme a rotação do
motor e a abertura do acelerador. Desse modo, é como ter dois
motores de características diferentes no mesmo carro, um benefício
inequívoco para o proprietário. |
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