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Como em qualquer adaptação, o resultado não é perfeito. Por mais sofisticado que seja o kit, o carro perde desempenho. “Considerando as características do combustível, a taxa de compressão ideal para o GNV seria em torno de 14:1 a 16:1. Isso tornaria inviável o uso de gasolina ou álcool no mesmo motor”, afirma Otávio Novaes Costa, do departamento de Engenharia Experimental da GM. Como se sabe, a taxa de compressão dos motores
atuais a gasolina fica por volta de 10:1 a 11:1 (caso único é do Corsa
e Celta VHC, com 12,6:1), e dos a álcool, ao redor de 12:1 a 13:1.
Como referência, o motor 1,8-litro do Astra adaptado para GNV produz
99 cv a 5.300 rpm e torque de 13,9 m.kgf a 2.450 rpm, contra 110 cv a
5.200 rpm e 16,8 m.kgf a 2.400 rpm do original a álcool — perdas de
10% e 17%, nesta ordem. Costa ressalva que o sistema homologado pela GM para o Astra é mais
sofisticado do que a maioria dos encontrados no mercado. Entre as
diferenças, a central eletrônica original do carro não é substituída:
o kit possui uma segunda central, que funciona em paralelo ao sistema
do veículo. Além disso, há um conjunto de válvulas dosadoras, uma para
cada cilindro, em vez de uma única válvula distribuidora de gás que
fica na entrada do coletor de admissão. |
Santana (foto) e Astra 1,8 são os
únicos com
Manutenção e custos |
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