Os dois raciocínios têm sua lógica. O que não deve ser feito, em hipótese alguma, é medir logo após desligar o motor: ó óleo nas partes mais altas do motor leva alguns minutos para descer, o que pode falsear a leitura. Se for preciso adicionar óleo, coloque um produto com as mesmas especificações do que já está no carro, se possível da mesma marca.

Mesmo os automóveis novos devem ser checados periodicamente. No Corsa, por exemplo, a GM considera normal o consumo de até 0,8 litro de lubrificante a cada 1.000 quilômetros rodados. O mesmo acontece com outras marcas. Lembre-se de que o motor em amaciamento pode consumir mais óleo.



Sistema de arrefecimento   Nos carros mais antigos era preciso abrir a tampa do radiador. Hoje, basta olhar o vaso de expansão, um reservatório plástico que fica ao lado do motor. Assim como a vareta do óleo, o vaso possui duas marcas indicando “mínimo” e “máximo”. Com o motor frio, a água não deve estar abaixo do nível mínimo, e com o sistema aquecido, o nível não deve ultrapassar a marca máxima.

Completar o reservatório com água é uma questão polêmica. Volkswagen, General Motors e Renault não admitem reposição usando apenas água, pois a mistura com o aditivo de etilenoglicol (que impede a fervura e o congelamento) pode ficar desbalanceada.

Nesses casos, caso seja impossível levar o carro a uma concessionária, os manuais recomendam o uso dos aditivos misturados à água, em proporção que varia de acordo com o projeto do veículo.

Já a Ford é mais flexível. “É normal haver perdas por evaporação. O que evapora, normalmente, é só a água, e não o aditivo. Por isso, se a perda for pequena, pode-se colocar água sem problemas”, afirma Reinaldo Nascimbeni, supervisor de serviços técnicos da empresa. Ele ressalta, no entanto, que se a reposição for grande, é preciso procurar uma concessionária ou colocar água e o aditivo específico na proporção meio a meio.

Fluido de freio   O reservatório também fica dentro do compartimento do motor. Procure as marcas que indicam os níveis mínimo e máximo. Havendo necessidade de adicionar fluido, em hipótese alguma coloque óleo comum: utilize o fluido recomendado pelo fabricante.



A maioria dos fabricantes só admite completar o nível do fluido em caso de emergência: em geral, pedem para encaminhar o carro para uma concessionária, que poderá verificar se há algum vazamento no sistema. Lembre-se que todo óleo é higroscópico, ou seja, tende a absorver umidade do ambiente, perdendo suas características. Por isso, troque todo o fluido de freio a cada dois anos. Continua

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