|
Em contrapartida, a 150 estava bem servida na parte ciclística,
incluindo um freio dianteiro a disco, que a XLX 250 R nunca teve, e suspensão traseira monomola Pro-Link, dois grandes avanços sobre a XL 125 S. A maciez das suspensões agradava aos
usuários urbanos, mas evidenciava sua inaptidão para o uso fora-de-estrada mais severo -- e quem arriscaria toda aquela carenagem nas trilhas? |
![]() |
Em 1993, um
aumento de cilindrada deixava a NX mais ágil, enquanto o pára-lama
dianteiro vinha rente à roda -- finalmente seguindo o projeto
original, que havia sido alterado só para o Brasil |
|
De 150 para 200
A combinação de estilo atraente, partida elétrica e motor quatro-tempos (preferido pela maioria, a ponto de a Yamaha tê-lo adotado na YBR 125 depois de duas décadas de dedicação aos dois-tempos) garantiu o sucesso da NX 150: em pouco tempo era a segunda moto nacional mais vendida, atrás apenas da
eternamente líder CG. |
| O motor era o
mesmo da CBX 200 Strada mas, como ocorrera entre a NX 150 e a CBX
Aero, perdia potência em alta para favorecer o torque em baixa
rotação |
![]() |
|
Em setembro de 1993, em simultâneo ao lançamento da
CBX 200 Strada, a Honda promovia o mesmo aumento de cilindrada na NX, que passava a 196,9 cm3. Mais uma vez, o escapamento específico a deixava menos potente que a CBX, com 18 cv a 8.000 rpm, mas elevava o torque máximo a 1,8 m.kgf a 6.500 rpm, aumento de 14% sobre a versão 150. A simpática uso-misto passava ainda a ter um pára-lama dianteiro rente à roda, como no projeto original, mais coerente com suas linhas, e os pneus Pirelli MT 40 davam lugar aos MT 70. |
![]() |
Versão de
briga: da carenagem pequena às suspensões de curso bastante longo, a
XR 200 R parecia perfeita para o fora-de-estrada, mas o desempenho do
motor de 18 cv ainda era muito limitado |
Nada de amplas carenagens: a XR parecia pronta para as trilhas, com seu farol compacto, plásticos leves e flexíveis, aros de alumínio e até luzes de direção que podiam ser removidas ou reposicionadas com facilidade. Atrás do banco vinha uma bolsa para objetos, em vez do bagageiro, e sob o motor estava um protetor de cárter tubular, que evita o acúmulo de barro. O peso a
seco, porém, caía apenas 2 kg em relação à NX 200.
Continua |
Motos - Página principal - e-mail © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |