|
Uma leve
bolsa no lugar do bagageiro, luzes de direção removíveis, laterais
com
espaço para o número nos enduros, protetor de cárter tubular:
detalhes da XR
Cada uma atendendo a seu público -- às vezes nem tão distintas assim, levando muitos à indecisão --, NX e XR 200 R permaneceram por sete anos sem alterações, a não ser cores, grafismos e uma pequena redução de desempenho no modelo 1998. Para atender às normas que regulamentam o nível de ruído das motocicletas, a potência tinha de cair de 18 para 17,2 cv, e o torque, de 1,8 para 1,72 m.kgf.
Em 2001 a Honda trazia, literalmente, novos ventos ao segmento. Ao lado da estradeira CBX 250 Twister chegava a uso-misto XR 250 Tornado, ambas com um moderno motor de duplo comando de válvulas, desenvolvendo 24 e 23 cv, na ordem
(leia apresentação). Muito atraente em seu desenho anguloso, moderna na suspensão traseira com ajuste de altura, a Tornado não substituiu imediatamente a XR 200 R -- que permaneceria por dois anos --, mas sim a NX, já envelhecida após 12 anos de mercado.
|