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Em 1985 a ML ganhava o motor OHC, providência que a afastou da CG 125 e ajudou a firmá-la no mercado. A Turuna, por sua vez, ganhava o mesmo tanque da ML, guidão mais alto e uma pequena carenagem de farol. Assim, as diferenças entre ML e Turuna tornaram-se apenas estéticas, como o pára-lama dianteiro cromado na primeira e plástico na segunda. |
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Em 1988 chegava
a CBX 150 Aero, identificada no nome e no estilo da traseira com as
Hondas CBR do mercado internacional. Faltava-lhe, porém, uma
carenagem frontal |
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Começa o crescimento
O último ano para a Turuna foi 1986. A ML durou um pouco mais, até abril de 1988, quando era substituída pela CBX 150 Aero. Uma estética moderna era o ponto alto da nova moto, com destaque para as luzes de direção traseiras integradas à lanterna, rodas de alumínio compostas por três arcos e o tanque de maior capacidade (13,4 litros). A sigla CBX remetia à topo-de-linha das motos nacionais, a
CBX 750 F, enquanto o nome Aero lembrava as esportivas CBR de 250 a 1000 cm3 da Honda japonesa. |
| O motor OHC
ampliado para 151,8 cm3 atingia 15,9 cv de potência, ainda
insatisfatória para muitos motociclistas. A Aero da foto é um modelo
1990, na elegante cor vinho lançado naquele ano |
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A Aero oferecia partida elétrica, pela primeira vez em uma moto urbana (exclui-se aqui a
Vespa PX 200 Elestart), e os mesmos comandos de guidão da CB 450 DX e CBX 750 F. A potência máxima de 15,9 cv a 9.500 rpm permitia melhor desempenho: 127 km/h de máxima, 0 a 100 em 15 s. Mas era criticada pelo pouco torque -- apenas 1,27 m.kgf a altas 8.500 rpm -- e pela ausência de carenagem, numa época em que a onda
naked ainda não havia surgido e as esportivas ocultavam cada vez mais sua mecânica. |
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Queixas
atendidas: com a CBX 200 Strada, em 1993, a Honda oferecia maior
torque em baixa rotação e um estilo atraente, em que o farol
circular combina melhor com a ausência de carenagem |
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Só cinco anos mais tarde, em
setembro de 1993, as queixas pelo desempenho da 150 eram atendidas. Saía a Aero, entrava a CBX 200 Strada, desta vez aproveitando a tendência de motos sem carenagem, com um farol redondo e linhas simples e agradáveis -- e não mais a traseira "aerodinâmica". A configuração
mecânica básica era a mesma, com quadro diamante, suspensão traseira de duas molas, freio a disco dianteiro e traseiro a tambor.
Continua |
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