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O conhecido motor passava a
196,9 cm3, através de aumento no diâmetro do cilindro de 62,5 para
63,5 mm e do curso do pistão de 49,5 para 62,2 mm. Passava assim a 19 cv a
8.500 rpm e 1,7 m.kgf de torque a 7.000 rpm: mais força em rotação
mais baixa, como ocorrera com a Aero em relação às ML e Turuna. Como
o nome sugeria, a Strada era bem mais agradável para viajar e também no trânsito urbano rápido, em função do ganho importante em
torque. A velocidade máxima passava a 132 km/h e de 0 a 100 eram precisos
14 s. Pneus Pirelli MT65, sem câmara, traziam melhor estabilidade, o
freio dianteiro era a disco perfurado e o painel tinha fundo branco. |
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Cores e
grafismos alegres (aqui no modelo 1997) destacam as linhas agradáveis
da Strada. Ao contrário de suas antecessoras... |
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Mais oito anos se passaram até que surgisse a última evolução na linha de pequenas "de luxo" da Honda. Em abril de 2001 a
CBX 250 Twister assumia a posição de estradeira média -- exatamente o que o mercado brasileiro desejou durante as décadas de 80 e 90, sem nunca ter sido atendido a contento. O motor não era outro incremento sobre o 200, mas um novo projeto, com duplo comando e quatro válvulas, passando a 23 cv e 2,48 m.kgf.
Desta vez a antecessora -- a Strada -- permanece em produção
enquanto houver demanda. |
| ...esta
pequena Honda de luxo permanece disponível enquanto tiver mercado.
Mas a tendência é que a moderna CBX 250 Twister, ao lado, a
substitua no futuro |
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