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A
série E1, lançada em 1977, continuava a apostar nas linhas retas, embora
com um resultado bem melhor que o do anterior. Identificava-se muito com
o Ascona de dois anos depois (nosso Monza), inclusive pela base mais
baixa das janelas, que conferia ampla área envidraçada e um aspecto mais
leve. Os pára-choques, ainda metálicos, chegavam até as caixas de roda e
os retrovisores estavam incorporados à parte dianteira dos vidros. O
comprimento era de 4,59 m, e o entreeixos, de 2,66 m.
Na mecânica, uma novidade era
a suspensão dianteira McPherson, enquanto a traseira mantinha o eixo
rígido.
A linha de
motores compreendia o 1,7 de 60 cv, o 1,9 de 75 cv, três versões de 2,0
litros (90, 100 e 110 cv, esta última com injeção eletrônica) e dois a
diesel, o 2,0 de 58 cv e um novo 2,3 (2.260 cm³), com 65 cv e 12,8
m.kgf, pouco para lidar com os mais de 1.250 kg. Todos usavam pneus
radiais e câmbio de quatro marchas, podendo o 1,9 a gasolina e o 2,0 a
diesel vir com caixa automática. A nova geração do Rekord foi, mais uma
vez, acompanhada pelo Commodore, agora só com quatro portas e, pela
primeira vez, com opção pela Caravan — o cupê dava lugar a um novo
modelo com identificação própria, o Monza. A frente era mais longa, para
acomodar os motores de seis cilindros, e seu desenho lembrava o do
Senator, novo topo de linha da Opel lançado
naquele ano. |