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Os 356 de 1956 ganhavam a letra A no nome para indicar a evolução da espécie. O motor passava para 1.582 cm³ (82,5 x 74 mm) e, com carburador duplo, desenvolvia 60 cv a 4.500 rpm e 11,2 m.kgf. Toda a linha ganhava pneus 5,60-15 em vez de 5,00-16, geometria de direção alterada para produzir subesterço e amortecedor de direção. No painel, o conta-giros passava para o meio, posição que se tornaria característica da marca. Pára-brisa curvo e acabamento mais esmerado marcavam o 356 A, com o qual se atingiria a marca de 10 mil Porsches produzidos em março. |
| Esse 356 de silhueta diferente é o cupê hardtop, produzido pela Karmann, que parecia um conversível com a capota fechada |
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No modelo 1957, uma série de pequenos detalhes era acrescida à
linha: a lanterna ganhava forma de gota, no lugar das circulares, e as luzes de direção dianteiras
tinham contorno cromado. As janelas traseiras do conversível e do Speedster eram alargadas, enquanto o teto do segundo permitia mais
espaço — ou menos aperto — aos ocupantes mais altos. No novo Carrera de
Luxe, um aquecedor tentava neutralizar o nada lisonjeiro apelido “a mais
cara geladeira da Europa”. |
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A versão 356 B, lançada em 1960, tinha pára-choques mais altos e novos faróis, em um estilo semelhante ao que surgiria em 1963 no primeiro 911 |
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Em agosto daquele ano
surgia o substituto do Speedster, com o intuito de fazer dele um carro
menos rústico. O conversível D tinha janelas de vidro em vez de
cortinas e bancos de verdade no lugar das conchas. Para 1959 o
conversível de luxo não vinha mais como Carrera. O motor 1,6-litro
com virabrequim roletado era mantido do ano anterior. O de Luxe
produzia 105 cv, enquanto o GT marcava 115 cv a 6.500 rpm. |
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