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C3: painel bem desenhado com instrumentos digitais de fácil leitura

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207: inspirado no francês, ganhou em aparência com a remodelação

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Sandero: interior mais simples, herança do projeto espartano do Logan

O 207 traz alguns equipamentos exclusivos entre os três: controle automático de temperatura do ar-condicionado (cujo mostrador fica quase invisível quando se acendem faróis de dia, problema herdado do 206), sensor de ultra-som para o alarme, acionamento automático de faróis e limpador de pára-brisa, pedais e pomo de câmbio em alumínio e volante revestido em couro (este equipa o Sandero quando há bolsa inflável).

O C3 vem com sensores auxiliares de estacionamento na traseira (opcionais), alerta programável para excesso de velocidade e, como o Peugeot, indicador individual de porta mal fechada, que no Sandero é uma luz geral. Este último tem destravamento separado da porta do motorista, útil para segurança pessoal, mas deixa de fora conveniências simples como varredura do limpador de pára-brisa quando o lavador é usado e função de uma só varrida desse limpador. Já a faixa degradê no vidro está ausente dos três.

Quando se fala em espaço, não há o que discutir: o Sandero é maior para pernas, ombros e cabeças de quem viaja atrás. Os demais são modestos no espaço lateral e para pernas; no 207 a altura útil é insuficiente para pessoas mais altas, tanto à frente quanto atrás, e no C3 o assento traseiro curto deixa as coxas mal apoiadas. A acomodação para o quinto ocupante é aceitável nos três... desde que ele caiba no Peugeot e no Citroën. A capacidade de bagagem do Renault também é a maior, 320 litros, ante 305 do Citroën e apenas 245 do Peugeot. Os três contam com banco traseiro bipartido. Nos dois primeiros o vão de acesso tem base mais alta do que o desejado, enquanto o C3 é o único a trazer o estepe por dentro, como a maioria parece preferir (fica mais protegido do furto e mais acessível, embora exija a remoção de eventual bagagem). Em todos esse pneu é igual aos de serviço, mas não tem roda de alumínio como as demais.

Mecânica, comportamento e segurança

Se os dois modelos do grupo PSA usam o mesmo motor, o Renault não foge à receita daqueles: 1,6 litro, duplo comando, 16 válvulas, flexibilidade em combustível. O resultado é equilíbrio em potência e torque: 110 cv e 14,2 m.kgf com gasolina e 113 cv/15,5 m.kgf com álcool no C3 e no 207, ante 107 cv/15,1 m.kgf e 112 cv/15,5 m.kgf, na ordem, do Sandero. Como as diferenças de peso são pequenas (1.075 o Citroën e, curiosamente, idênticos 1.087 kg o Peugeot e o Renault), a sensação para o motorista é de agilidade semelhante, em que os três atendem muito bem às necessidades de uso mais comuns.

Onde os dois primeiros levam vantagem é na suavidade de funcionamento: com relação r/l bem melhor (saiba mais sobre técnica), atingem alta rotação sem a ligeira aspereza que se nota no concorrente. O nível de ruído geral do Sandero também é claramente mais alto que o do 207 e, sobretudo, o do C3, o que chega a afetar a percepção de qualidade ao usar os carros. Continua

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O maior porta-malas é o do Renault, com capacidade para 320 litros, ante 305 do Citroën (único a ter o estepe por dentro) e apenas 245 do Peugeot
O C3 (esquerda) poderia usar mais elementos no indicador de nível de combustível; no Sandero (direita), o fundo em cinza claro escurece à noite

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