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Pneus 205/55-16, faróis de duplo refletor e retrovisor interno fotocrômico: vantagens da Zafira

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Na Picasso, bons pneus 185/65-15, faróis de refletor único e uma perigosa obstrução da visão à esquerda pelas colunas

Equivalentes em freios — apesar da falta de discos na traseira da Citroën — e direção, elas apresentam rodar confortável e um comportamento em curvas que, respeitadas as limitações do alto centro de gravidade, pode ser considerado muito bom. Na Zafira os largos pneus 205/55-16 contribuem para a precisão direcional e chega a surpreender a boa absorção de irregularidades, muitas vezes prejudicada por pneus de perfil baixo. Ambas estão bem ajustadas para lombadas.

Em termos de visibilidade, duas vantagens para a Chevrolet: faróis de duplo refletor, com facho alto bem mais abrangente, e colunas dianteiras que invadem menos o campo visual — as da Citroën são absurdas, tanto quanto as da Meriva, tamanho o ponto-cego criado por sua superposição, de acordo com a posição do motorista. As duas vêm com faróis de neblina, luz traseira de mesmo fim, terceira lanterna de freio e repetidores de direção nos pára-lamas, além de retrovisor esquerdo convexo e ajuste elétrico da altura do facho dos faróis.

A Picasso foi o primeiro carro nacional com bolsas infláveis frontais e laterais de série, agora também aplicadas à Zafira Elite. A GM enfim apostou em itens de segurança em seus carros médios, pois até então não oferecia bolsas de série em nenhuma versão do Astra ou da Zafira. Encostos de cabeça são disponíveis para todos os ocupantes nas duas, mas o passageiro central da segunda fila, na Chevrolet, fica sem o cinto de três pontos. Continua

A luz de troca, de volta
A Zafira 2005 (e o Astra lançado um mês depois) trouxe de volta a luz indicadora do momento ideal (mais econômico) para troca de marcha: uma seta laranja, apontando para cima, que se acende no quadro de instrumentos quando a central eletrônica percebe pouca abertura de acelerador. Como o BCWS sempre afirmou (saiba mais), o menor consumo se obtém com menor rotação e maior abertura de acelerador, justamente o que a luz convida o motorista a usar.

Recurso elogiável das linhas Monza e Kadett de 1992 a 1995, fora abandonado por questões de marketing: havia reclamações de clientes que não queriam ser "ensinados por uma luzinha", apesar de seu funcionamento impecável. Para evitar nova rejeição, ela agora pode ser desativada por um botão no painel.

A rotação mínima para que se acenda é de 2.300 rpm (constatada na avaliação), podendo surgir em regimes bem mais altos, quando o motorista aliviar o acelerador. No entanto, como todos os Astras e Zafiras hoje têm conta-giros, a GM dispensou a função adicional de indicar o limite de rotações que antes existia: pode-se levar o motor ao regime de corte (6.400 rpm) sem que a luz apareça.

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