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Meriva: comandos elétricos de vidros na melhor posição, mas a menor capacidade de bagagem

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Picasso: de longe o maior espaço de carga, exclusivo ar-condicionado para o banco traseiro, opcional

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Scénic: espaço de bagagem maior que na Meriva e, como na Picasso, comandos de áudio junto ao volante

Por outro lado, a Citroën fica devendo a conveniente abertura da tampa do tanque junto das portas, destravamento da porta do motorista em separado (mais segura) e pára-brisa com faixa degradê. A Scénic responde com luz de aviso para atar cinto, ajuste do intervalo do limpador de pára-brisa, iluminação nos espelhos dos pára-sóis e porta-óculos de teto. A favor da Meriva, apenas a alça que surge da grade para liberar a segunda trava do capô.

Como elas se saem em espaço? Bem, mas com diferenças. A Picasso é a mais ampla em largura, seguida de perto pela Scénic e de mais longe pela Meriva (aqui a plataforma do Corsa se manifesta); também oferece algo mais às pernas de quem viaja atrás. A Renault é a menor em altura livre, seja do interior como um todo ou dos bancos até o teto, embora isso não constitua problema em nenhuma; as demais se equivalem nisso. Contudo, seu banco traseiro central mais estreito acomoda mal um adulto, sendo preferível o da Meriva (que tem forma de inteiriço).

As três permitem reposicionar os bancos traseiros de forma individual, com ajuste longitudinal e ligeira reclinação dos encostos no caso dos laterais. Contudo, é difícil ver utilidade no recurso exclusivo da Meriva, denominado FlexSpace, em que o lugar do meio se torna um estreito console e os das laterais ficam um pouco mais recuados e próximos entre si. Seu maior mérito é permitir o rebatimento dos bancos sem ser preciso retirá-los como nas oponentes.

O maior comprimento da Picasso representa pouco no espaço interno, mas bastante em capacidade de bagagem: ótimos 550 litros, ante 410 da Scénic e 365 da Meriva — nesta o valor declarado inclui os porta-objetos sob o assoalho, sem o qual são ínfimos 292 litros, menos que em um Fiesta ou Citroën C3. A GM fica em clara desvantagem em um fator que, sem dúvida, é importante na decisão em um carro familiar. As três usam roda de aço no estepe, não de alumínio como as demais, e só na Picasso esse pneu tem montagem externa, sob a carroceria.

Mecânica, comportamento
e segurança

Se a Meriva parece superior pela cilindrada 200 cm³ maior, as outras duas usam duplo comando e quatro válvulas por cilindro, o que compensa aquela diferença. A Scénic tem ainda acionamento de válvulas por alavanca roletada e, como o modelo da GM, é flexível em combustível. Assim, torna-se a mais potente, com 115 cv a álcool e 110 a gasolina, ante 110 da Picasso e 109/105 da Meriva (álcool e gasolina, na ordem). No entanto, o motor da GM dispõe do maior torque (17,3 e 18,2 m.kgf), ante 15,1 e 16 m.kgf do Renault e 15,6 m.kgf do Citroën, sempre com gasolina antes. Continua

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