![]() Meriva: as formas mais angulosas e soluções interessantes, como as lanternas traseiras elevadas Picasso: estilo para amar ou odiar, com as formas arredondadas e as colunas "de guarda-chuva" Scénic: a pioneira não esconde a idade avançada e perdeu harmonia com a frente adotada em 2001 |
Concepção e estilo
As três são bem
conhecidas aqui e na Europa. A Scénic, considerada a introdutora deste
segmento, foi lançada lá em 1996 e no Brasil após três anos, com base na
plataforma do Mégane e mantendo sua distância entre eixos. A Picasso
surgiu em 1999 na França e em 2001 por aqui, derivada do Xsara, mas com
entreeixos ampliado em 12 cm. A mais recente é a Meriva, concebida em
parceria entre a GM brasileira e a Opel alemã e vendida aqui desde 2002,
poucos meses antes da estréia européia. Embora baseada no novo Corsa,
tem 14 cm a mais que ele entre os eixos, superando em 5 cm a Scénic
nessa dimensão.
Os interiores repetem
as impressões da parte externa: formas retilíneas na Meriva e
arredondadas nas outras, sendo a Picasso a mais ousada no desenho. A
Citroën recorre a soluções como o painel digital em posição central,
próximo ao pára-brisa, ao qual o motorista se habitua — e tem a vantagem
de ser lido sem óculos por quem tem presbiopia, "vista cansada" —, e a
alavanca de câmbio no painel, bem ao alcance da mão. |
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