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Mais antiga dos três, a Meriva tem a boa solução de
lanternas elevadas e um aspecto que transmite peso

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Curta e muito alta, a Idea causa estranheza, mas
suas linhas são simpáticas e têm o apelo da novidade

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O Fit é um hatch monovolume e não uma minivan; tem
um desenho discreto que agradou a muitos no Brasil

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Concepção e estilo

As diferenças entre os três começam na origem dos projetos. O Fit foi o primeiro a ser lançado no mercado internacional, em 2001, e baseia-se em uma plataforma que a Honda usa em vários modelos pequenos, incluindo um três-volumes e uma minivan. Ao Brasil chegou em abril de 2003. Com a Meriva foi o contrário: derivada da plataforma do Corsa, surgiu aqui em agosto de 2002 e na Europa alguns meses mais tarde, repetindo a primazia brasileira ocorrida três décadas antes com o Chevette (Kadett lá fora).

Enquanto esses modelos são feitos aqui com o mesmo projeto internacional, a Idea é um caso à parte: a Fiat brasileira adaptou a carroceria do original italiano — que existe desde 2003 — a uma plataforma que diz ser inédita, diferente da usada lá e com pouco em comum à da família Palio. Apesar de ser ela a mais recente, apresentada em setembro último, os três modelos estão atualizados com o que roda no Primeiro Mundo em termos de desenho.

Atuais, mas não expoentes em beleza. Em todos há algo que comprometa a harmonia de linhas: a Idea é extremamente alta, o mais alto carro nacional, à parte furgões como o Doblò, picapes e utilitários esporte; o Fit tem rodas pequenas e pneus estreitos, além de faróis um pouco estranhos, como olhos esbugalhados; a Meriva, mais coerente nesses aspectos, transmite uma sensação de peso por suas formas retilíneas e alta linha de cintura. É natural que todos tenham seus adeptos, mas para muita gente essa fórmula de carroceria ainda vai levar tempo para ser assimilada... se é que um dia será.

Quanto à aerodinâmica, o Fit tem o bom Cx 0,32, e a Meriva, 0,33, enquanto a Fiat não divulga o da Idea (estimamos que fique próximo a esses valores, pelo formato). No entanto, o Honda leva vantagem pela área frontal bem menor, aspecto em que a Fiat está em último. Como se sabe, o que importa é a multiplicação do Cx pela área.

Conforto e conveniência

A exclusiva opção de revestimento dos bancos em couro deixa o aspecto interno da Idea avaliada mais luxuoso, mas essa impressão não se estende ao restante da cabine. Em termos de qualidade de plásticos e de acabamento, há relativo equilíbrio entre os três modelos, que não chegam a ser luxuosos. O uso de elementos em tom prata, como na seção central dos painéis, busca um pouco de alegria em ambientes onde predominam materiais cinzentos e escuros.

Nota-se no modelo da Fiat o aproveitamento de componentes da linha Palio, o que deixou a versão nacional bem diferente por dentro do original italiano — lá os instrumentos ficam no centro do painel, posição pouco apreciada por aqui. Como em toda adaptação, algumas coisas não ficaram bem. Continua

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