Alguns bons detalhes constam dos dois: rádio/toca-CDs com qualidade de áudio adequada e mostrador separado (inibe o furto), temporizador da luz interna com apagamento gradual, espelho em ambos os pára-sóis, ótimo comutador de farol (de puxar apenas, nunca o acendendo já em facho alto) e indicador gráfico de porta mal fechada (no 206 a luz interna fica piscando, para chamar ainda mais a atenção). Mas falta em ambos a faixa degradê no pára-brisa. |
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Detalhe
moderno e funcional do C3 (à esquerda) é o painel digital, de leitura
fácil em Como em todo carro
pequeno, o espaço no banco traseiro é modesto para os ombros de três
ocupantes, mas razoável para as pernas e cabeças. Só que ambas as marcas
recorrem a um assento curto e baixo, que deixa as coxas mal apoiadas. O
passageiro central tem acomodação regular nos dois. O porta-malas do
Citroën tem maior capacidade, 305 litros ante 245, e traz o estepe onde
a maioria prefere, por dentro (no Peugeot é externo, mais prático para
usar com carga, mas de remoção mais difícil). Sua base de acesso é que
poderia ser mais baixa. Os dois têm banco traseiro bipartido, assento
inclusive, e usam roda de aço no estepe, em vez de alumínio. |
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Além do porta-malas bem mais amplo, o Citroën faz melhor uso da mecânica: tem desempenho semelhante e funcionamento silencioso e isento de vibrações |
Mecânica,
comportamento e segurança
O motor é talvez o único elemento mecânico compartilhado entre os
"primos". O 1,6-litro de 16 válvulas da PSA é dos melhores dessa
cilindrada já vistos por aqui, com construção moderna (bloco de
alumínio), ótima relação r/l (saiba mais)
e potência específica das maiores,
69,3 cv/l. Os 110 cv são os mesmos em ambos, mas não o torque máximo,
que atinge 15,6 m.kgf no Citroën e 15 m.kgf no Peugeot (sempre a 4.000
rpm) em função das diferentes taxas de compressão. |
| O projeto mais antigo do Peugeot evidencia-se pelo nível de ruído, embora o motor seja o mesmo; seu estepe fica sob o veículo, o que poucos apreciam |
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No 206 há uma incômoda ressonância abaixo de 1.500 rpm, com acelerador mais aberto (sobretudo em marchas superiores), e uma aspereza na faixa de 3.500 a 4.000 rpm, justamente a que corresponde a 120-130 km/h, velocidade usual em viagens. Já em rotação superior o motor "limpa", o que mostra que as vibrações não se devem à relação r/l — se o fossem, seriam acentuadas em alto giro. Continua |
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