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Comparativo Completo
Mesmo que possa não agradar a quem rejeita o "estilo de minivan", o 307 vence facilmente em itens de conveniência e segurança, além da modernidade de projeto
O já veterano Golf tem qualidades para justificar seu desempenho no mercado, mas a chegada de novos concorrentes coloca em xeque se elas continuarão suficientes
Nossas notas
  307 Golf
Estilo 4 4
Acabamento 5 5
Posição de dirigir 4 4
Instrumentos 5 4
Itens de conveniência 5 4
Espaço interno 5 3
Porta-malas 4 3
Motor 4 4
Desempenho 3 4
Consumo - 4
Câmbio 3 4
Freios 5 5
Suspensão 4 3
Estabilidade 4 4
Segurança passiva 5 4
Custo-benefício 5 4
Posição 1°. 2°.
As notas vão de 1 a 5, sendo 5 a melhor; a nota de consumo não foi emitida porque a Peugeot não informa seus índices; portanto, a posição final foi determinada pela média das notas
Teste do Leitor
Opinião dos proprietários de Golf
O 307 não contava com opiniões registradas até a publicação deste artigo
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Custo-benefício   Como ocorrera entre Citroën C5 e VW Passat, os franceses da PSA (Peugeot-Citroën) mostram mais uma vez que não estão brincando. Seu 307 é mais moderno, espaçoso e equipado -- sobretudo em itens de segurança, aspecto em que estas marcas têm-se destacado -- que o Golf. E, mesmo após atravessar um Atlântico, driblar o dólar nas alturas e pagar Imposto de Importação, chega ao mercado a preço similar, quando se adicionam ao VW os opcionais que o Peugeot traz de série.

Certamente há pontos a melhorar no 307, como se viu nesta análise. Um deles, o desempenho algo contido, será aprimorado já em outubro com a oferta de motor 2,0 16V de 135 cv, o mesmo do C5. O moderno Peugeot deverá superar também neste aspecto o concorrente nacional, que precisa se mexer rápido para eliminar as desvantagens frente a novos modelos do segmento.
Continua

Comentário técnico
> O motor do 307 é mais sofisticado em vários pontos: bloco de alumínio em vez de ferro fundido (reduz peso e melhora a dissipação de calor), duplo comando, quatro válvulas por cilindro. Ambos utilizam acelerador eletrônico, novidade no modelo 2003 do Golf 2,0.

> Os dois motores são de curso longo, isto é, o curso dos pistões é maior do que o diâmetro dos cilindros. Essa configuração privilegia o torque em baixa rotação, mas pode levar a vibrações excessivas se não for respeitada a relação r/l, com o emprego de bielas de comprimento adequado. 
> A assistência adicional de freio nas freadas de emergência do Peugeot segue o mesmo princípio do sofisticado sistema de controle eletrônico introduzido pela Mercedes-Benz, mas com acionamento mecânico mais simples e barato, também fornecido pela Bosch. A partir de determinado esforço no pedal, um segundo par de pistões no cilindro-mestre, concêntricos aos principais e menores em diâmetro, são os que prevalecem, desta forma ampliando a força hidráulica produzida. Como contrapartida há ligeiro aumento do curso do pedal, que não incomodou na avaliação.

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