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O desempenho do motor 1,6 16V
e a maciez de rodagem são pontos positivos do Symbol, mas a estabilidade
não transmitiu boa impressão


Capacidade do portamalas é um
destaque habitual na marca: 506 litros |

De
acordo com a executiva, há atualmente um grande fluxo de clientes
migrando de automóveis com carroceria hatch para os sedãs. "Além disso,
caiu o mito de que sedã é carro de pessoas mais maduras. Atualmente,
jovens casais e solteiros também buscam o status e amplo espaço dos
modelos três-volumes", completa.
Dentro desse raciocínio, a Renault oferece agora duas opções de sedãs
compactos totalmente distintas e voltadas para públicos diferentes: o
Logan e o Symbol. Os consumidores que compram racionalmente, que buscam
preço e espaço interno acima de tudo, tendem a optar pelo Logan. E os
que encaram a compra do automóvel de forma mais emocional, que valorizam
mais o visual e os equipamentos de conforto, devem preferir o novo
Symbol. Que, como o Logan, conta com garantia de três anos.
Mesmo com suas qualidades comprovadas e com preços competitivos (R$
41.190 na versão Expression e R$ 44.490 na Privilège sem opcionais), o
Symbol vai enfrentar concorrência de peso. Seus principais rivais são o
Fiesta 1,6 (R$ 41.537), Peugeot 207 Passion XS 1,6 (R$ 44.800), Polo 1,6
(R$ 43.310), Corsa Premium 1,4 (R$ 36.961) e Siena HLX 1,8 (R$ 43.300).
Sem o Symbol, a Renault amargou modestos quinto e sexto lugares do
segmento no ranking de modelos mais vendidos em 2008. O Logan, em quinto
lugar, teve 36.598 unidades colocadas nas ruas no período (10,2%) e o
Clio, agora extinto, conquistou a garagem de apenas 4.031 novos
proprietários (minguados 1,1% do mercado). Considerando todas as
versões, o campeão do segmento foi o Corsa, com 131.730 unidades
(36,9%), seguido pelo Siena com 95.307 (26,7%), Fiesta com 37.934 e Polo
com 24.285 unidades. Considerando esses números e a meta da Renault em
comercializar apenas 700 unidades do Symbol por mês, contudo, esse
ranking não deverá ficar muito alterado. |