Ambos os bancos dianteiros contam com aquecimento e o do motorista oferece regulagem elétrica, incluindo duplo ajuste em altura -- já o do apoio lombar é manual, assim como o de altura do volante. A posição de dirigir, alta como em toda minivan, é bastante agradável e não cansa mesmo nos trajetos mais longos. O volante revestido em couro ficaria melhor com quatro raios, mas não prejudica. O painel, bonito e de fácil leitura, é completado pelo computador de bordo no teto, com bússola digital e indicador de temperatura externa, só que o consumo -- como em todo Chrysler -- não é mostrado em km/l. |
| Painel, volante, comandos -- tudo no lugar certo e com aparência agradável. Há computador de bordo no console de teto e duas temperaturas para o ar-condicionado, mas não com operação automática | ![]() |
| O que resta de porta-malas,
depois de sete lugares, é sempre uma dúvida. Mas neste
caso não decepciona: segundo o fabricante, o volume útil
chega a 670 litros com os assentos no lugar, 1.764 litros
se removido o traseiro e nada menos que 4.880 litros com
a retirada de todos os bancos de passageiros. Em função
dos encostos móveis, a cobertura não é rígida e adere
ao banco com velcro. O estepe fica montado por fora,
abaixo do compartimento. Procedência européia A Grand Caravan importada para o Brasil vem de Graz, na Áustria, e não dos EUA, razão para trazer bons acessórios de segurança tipicamente europeus, como repetidores de luzes de direção nos pára-lamas, luz de neblina traseira, regulagem elétrica de altura dos faróis e retrovisor esquerdo também convexo, com ótimo campo visual. Outro ganho é a ausência daquelas irritantes sinetas que alertam sobre cinto desatado, chave não retirada, sapato desamarrado, etc. Mas há luz-piloto para aviso de portas abertas -- todas elas em "andar" superior do painel -- e travamento automático em movimento, muito conveniente para a segurança pessoal. |
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A
flexibilidade de uma boa minivan: encostos reclináveis e
rebatíveis, bancos que correm Os bons detalhes não param por aqui. Os pára-sóis têm espelho e iluminação ajustável, além de um extensor para cobrir o vão entre eles e o retrovisor interno -- resta, porém, um espaço acima deste por onde o sol passa. Os retrovisores externos possuem desembaçador e podem ser recolhidos, para passagem em locais estreitos, e os faróis usam lentes de policarbonato, leves e resistentes. É fácil chegar ao extintor (sob o banco do motorista) e encontrar o miolo de ignição (seu contorno é luminoso). As portas se abrem em dois estágios, apenas a do motorista ao primeiro comando, evitando a entrada de alguém indesejável pelo outro lado. Há uma tomada de energia no porta-malas e até comando elétrico para bascular os vidros laterais traseiros. E o controle automático de cruzeiro tem fácil operação, embora permita certa oscilação de velocidade. |
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As duas portas traseiras são corrediças, muito práticas em vagas apertadas -- e todas elas o parecem quando se está de Grand Caravan! |
| Claro, há os defeitos.
Os ocupantes do último banco não conseguem rebater os
centrais para sua saída, a tampa do porta-malas é algo
pesada e a antena, fixa, atrapalha nos lava-rápidos e
facilita o vandalismo. A Chrysler deveria também
providenciar alarme com ultrassom, imobilizador e toca-CD,
pois toca-fitas não condiz com o carro. É preciso usar a chave para o abastecimento -- e nessas horas não se ouve o sistema de áudio, que desliga junto da ignição e não pode ser religado. Ainda, o comutador de farol não deveria permitir seu acendimento já no facho alto, que pode ofuscar até que o motorista perceba. Continua |
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