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O mesmo vale para o consumo, que na cidade aumenta de 11,6 para 10,5 km/l, e na estrada, de 16,2 para 14,5 km/l. E isso sem que a Fiat tenha adotado relações de marcha mais curtas -- apenas o diferencial é mais reduzido para compensar os pneus mais altos, pois são 175/70 R 14 na Weekend ELX de mesmo motor.

Mudanças extensivas às demais versões passam por embreagem de comando hidráulico (leve por longo tempo e sem passagem de vibrações), acelerador eletrônico (sem cabo, para maior suavidade) e grande evolução na absorção de ruídos e vibrações, mecânicos e de rodagem. Nestes aspectos, aliás, a Adventure deixa na poeira muitos utilitários-esporte bem mais caros, pois tem suspensão traseira independente e é bem mais macia e confortável em buracos e lombadas.

Aparência ficou mais agradável com a eliminação das colunas pretas e molduras nas lanternas. O motor 16V sente o maior peso e pior aerodinâmica da versão, mas consegue desempenho adequado

Isso é o que procuram, ao lado do estilo esportivo, os compradores da versão. Mas a Fiat almeja também os interessados em um carro acessível que possa ir mais longe que a maioria dos outros, como trafegar em estradas sem pavimentação. Apesar da ausência de tração integral e reduzida, que os pequenos jipes oferecem -- mas custam, em média, o dobro e ainda têm menor porta-malas --, a Adventure mostrou robustez e valentia nas estradas de terra, bastante irregulares, por que passaram os jornalistas. A suspensão, a propósito, foi suavizada na linha 2000, como em toda a linha Palio.

A nova Adventure custa R$ 29.500, pouco menos que a Stile. Vem de série com ar-condicionado, direção assistida, imobilizador, controle elétrico dos vidros dianteiros e trava das portas, comando interno do porta-malas e dos retrovisores externos, faróis de neblina e de longo alcance.

Logo Adventure nas maçanetas, estribos de seção retangular e
molduras nos pára-lamas com parafusos aparentes: parte do estilo robusto

Os opcionais são bolsas infláveis para motorista e passageiro, rodas de alumínio, freios antitravamento (ABS), terceira luz de freio (deveria ser de série), volante ajustável em altura, alarme comandado a distância e rádio/toca-CD, com ou sem subwoofer. Parece destinada a manter uma boa fatia das vendas da Weekend, deixando na concorrência o incômodo de não oferecer nada parecido.

Ficha técnica
MOTOR - transversal, 4 cilindros em linha; duplo comando no cabeçote, 4 válvulas por cilindro. Diâmetro e curso: 86,5 x 67,4 mm. Cilindrada: 1.581 cm3. Taxa de compressão: 9,3:1. Injeção multiponto seqüencial. Potência máxima: 106 cv a 5.500 rpm. Torque máximo: 15,4 m.kgf a 4.500 rpm.
CÂMBIO - manual; 5 marchas; tração dianteira.
FREIOS - dianteiros a disco ventilado; traseiros a tambor; antitravamento (opcional).
DIREÇÃO - de pinhão e cremalheira; assistência hidráulica; diâmetro de giro, 10,5 m.
SUSPENSÃO - dianteira, independente, McPherson, estabilizador; traseira, independente, eixo arrastado, estabilizador.
RODAS - 5,5 x 14 pol.; pneus, 175/80 R 14.
DIMENSÕES - comprimento, 4,25 m; largura, 1,654 m; altura, 1,595 m; entreeixos, 2,463 m; capacidade do tanque, 51 l; porta-malas, 460 l; peso, 1.143 kg.
Desempenho e consumo
DESEMPENHO - velocidade máxima, 178 km/h; aceleração de 0 a 100 km/h, 10,9 s. CONSUMO - em cidade, 10,5 km/l; em estrada, 14,5 km/l.
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