Até
o assoalho pode ser protegido para resistir a bombas, por
exemplo. À esquerda,
como a blindagem desvia e dissipa os projéteis para
evitar que invadam o interior
A marca oferece ainda uma
superblindagem para o Série 7, que passa a custar nada
menos que R$ 1,2 milhão -- de longe o mais caro automóvel
à venda no Brasil -- e fica munido contra ataques de
metralhadoras e granadas (saiba
mais). A Mercedes-Benz
blinda os sedãs Classe E e Classe S e, assim como a BMW,
adapta todo o conjunto dos modelos para receber as
modificações.
Visualmente, um veículo blindado é exatamente igual à
versão comum -- o fator discrição é muito considerado
pelos clientes. Mas o peso da aramida e dos vidros é
sentido quando se abre a porta. Nota-se também a
espessura dos vidros, que provoca distorções e podem até
causar dores-de-cabeça em longos percursos.
Em geral apenas a janela do motorista desce, e mesmo
assim só até a metade, para pagar pedágios e combustível.
Para completar, os blindados acabam ficando com melhor
isolamento acústico. Algumas empresas blindadoras
insistem que os modelos ficam mais resistentes a colisões
e capotagens -- o que é discutível, já que as zonas de
deformação são afetadas.
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