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Cada pequena
evolução era identificada como um novo número junto da letra
"K". A 750 K1, ou modelo 1971, recebia tanque e laterais
mais estreitos e adequados a pilotos de menor estatura |
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O sucesso foi imediato: no primeiro ano foram vendidas 440 mil unidades, um recorde para motos de grande cilindrada. Nos Estados Unidos o preço de US$ 1.400 surpreendeu revendedores e interessados, que logo pagavam entre US$ 1.800 e US$ 2.000 por uma, tal a impossibilidade de atender à demanda. Já em setembro a moto
vencia a prova francesa 24 Horas de Bol D'or. Em 1970, seria a primeira moto vitoriosa na 200 Milhas de
Daytona,
nos EUA, cuja procedência não fosse americana ou inglesa. |
| O modelo 1972,
conhecido como K2, ganhava apenas novas lanternas. Nessa época a
"sete-galo" já era um sucesso também no Brasil |
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Também em setembro de 1969 a CB 750 chegava ao Brasil. Aqui, como lá fora, logo se tornava uma referência em alta cilindrada, ganhando o apelido de
"sete-galo", já que o número 50 corresponde ao galo no jogo do bicho. Não demorariam a surgir opções para os que exigissem algo personalizado: guidão esportivo
Tomazelli, banco especial com formato de rabeta, escapamento 4-em-1 de fluxo direto, pára-lamas de fibra-de-vidro, rodas de magnésio
Scorro. |
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As versões
seguintes foram comercializadas apenas no Japão e nos EUA: K3, K4 e
K5. A K7 (ao lado), que não
chegou a vir ao Brasil devido à proibição das importações em
1976, foi a última versão da série K |
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A K3 para os EUA e a K4 para o Japão recebiam evoluções em segurança, como retrovisores mais amplos e mais posições de ajuste dos amortecedores traseiros. A K5, oferecida apenas aos americanos, tinha luzes de direção maiores, emprestadas da GL
1000 Gold Wing. Como as versões K3, K4 e K5 nunca foram lançadas na Europa e no Brasil, para nós a seguinte
à K2 foi a K6, produzida de janeiro de 1975 a maio de 1977. De junho
seguinte até 1979 existiu a K7, mas sua importação para o Brasil já estava proibida desde 1976. |
| Chega a Four,
em 1975: estilo mais moderno, rabeta esportiva, escapamento 4-em-1,
freio traseiro também a disco |
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A CB 750 F
Em junho de 1975, mantendo a série K em produção, a Honda introduzia a CB 750 F (Four, alusivo aos quatro cilindros), agora identificada por esta letra e um número (F0, F1, etc.). O estilo era modernizado, com destaque para o tanque de perfil longo, para 19 litros, e a rabeta esportiva. Os escapamentos vinham unificados
(sistema 4-em-1), como nas CB
400 F e 550 F. Outras novidades eram a trava de guidão incorporada ao miolo de ignição, painel redesenhado e freio a disco também na roda traseira. No mercado europeu o guidão era mais baixo que nos EUA e Japão. |
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A 750 F2
(esquerda), com rodas Comstar e preparação para render 6 cv a mais, Também existiu entre 1976 e 1978,
nos mercados japonês e americano, a CB 750 A, dotada de curiosa
transmissão automática de apenas duas marchas, a Hondamatic. A
proposta era oferecer uma moto potente e fácil de pilotar a novos
motociclistas, que haviam deixado de lado seus automóveis em virtude
da crise do petróleo. Como o motor desenvolvia apenas 47 cv e 5 m.kgf
de torque e o peso chegava a 262 kg, o desempenho ficava prejudicado.
A versão A1, de 1977, trazia escapamento 4-em-2 em vez de 4-em-1,
enquanto a derradeira A2 ganhava rodas Comstar.
Continua |
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