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Comparativo Completo
Meriva: caixa automatizada com opção de mudanças manuais e programa esportivo Fit: câmbio CVT e duas posições de relações mais altas, mas sem recurso de troca manual 206 SW: caixa automática, operação manual, modos esportivo e de piso de baixa aderência
Compare os câmbios
  Meriva Fit 206 SW
RECURSOS
Quantas marchas possui? Cinco. Infinitas dentro das relações extremas. Quatro.
O gerenciamento do câmbio o adapta ao modo de dirigir? Sim. Sim. Sim.
É possível selecionar marchas manualmente? Sim. Não. Sim.
Em modo manual, o que acontece ao chegar ao limite de rotações? O câmbio passa à marcha superior. Não se aplica a pergunta. O câmbio passa à marcha superior.
Há programa de funcionamento esportivo? Qual seu efeito? Sim. Em modo automático, faz as trocas em rotação mais alta e retém mais as marchas inferiores ao deixar de acelerar. Em modo manual, as trocas se tornam mais rápidas. Em termos. As posições inferiores (S e L) produzem relações mais altas para se obter freio-motor. Mas, ao continuar a acelerar, as relações baixam e o carro pode chegar à velocidade máxima nessas posições. Sim. Em modo automático, faz as trocas em rotação mais alta e retém mais as marchas inferiores ao deixar de acelerar. O modo esportivo não atua em modo manual.
Há programa específico para pisos de baixa aderência? Não, mas se pode sair em segunda em modo manual. Não Sim.
Há variação na marcha à ré? Não. Sim, mas menor que para frente. A velocidade máxima em ré, permitida pela relação, é de cerca de 40 km/h como em qualquer carro. Não.
FUNCIONAMENTO
Pode-se selecionar, em movimento, qualquer posição de marcha à frente? Sim. A redução manual não é feita se a rotação for ficar incompatível. Sim, pois as posições S e L não limitam a velocidade. Sim. A redução manual não é feita se a rotação for ficar incompatível.
Pode-se sair em segunda marcha? Sim, em modo manual. Não se aplica a pergunta, pois não há marchas definidas. Sim, em modo manual.
O carro move-se em marcha-lenta sem uso do freio? Sim. Sim. Sim.
Esse efeito se mantém quando o motorista freia? Não, pois nessa condição a embreagem acopla. Sim. Isso impõe desgaste à embreagem em banho de óleo e também faz consumir mais combustível. Por isso recomenda-se passar a neutro em longas paradas. Sim, mas sem riscos para o câmbio; apenas aumenta o consumo de combustível.
Ao acelerar abrupta e totalmente, ocorre redução de marcha? Em modo automático, sim. Em manual, não, salvo se usado o fim de curso do acelerador, condição que o câmbio entende como necessidade de potência. Sim (não redução em si, mas variação de relação, que se torna mais alta). Sim, tanto em modo automático quanto em manual.
Ao acelerar mais, mas com suavidade, ocorre redução de marcha? Em modo automático, depende da condição. Em manual, não, salvo se usado o fim de curso do acelerador. Sim, sempre ocorre variação de relação. Em modo automático, depende da condição. Em manual, não, salvo se usado o fim de curso do acelerador.
O que acontece ao deixar cair a velocidade, até parar, e reiniciar a marcha? O câmbio efetua redução até primeira, mesmo em modo manual, e nessa marcha se reinicia o movimento. O câmbio produz relação mais alta, coerente com a velocidade, e nessa relação se reinicia o movimento. O câmbio efetua redução até primeira, mesmo em modo manual, e nessa marcha se reinicia o movimento.
CONDIÇÕES ESPECIAIS DE USO
Para obter uma arrancada rápida, é válido acelerar enquanto se freia? Não, pois a embreagem se desgasta e pode ser danificada. Uma sineta toca para alertar o motorista. Não, pois a embreagem se desgasta e pode ser danificada. Sim, embora não seja recomendado como prática freqüente, pois o fluido hidráulico se aquece demais.
É válido manter o carro parado em subida apenas com o acelerador, sem frear? Não, pois a embreagem se desgasta e pode ser danificada. Uma sineta alerta o motorista e, se ele insistir, a embreagem acopla (como se o pedal fosse solto em um carro comum) para se autoproteger. Não, pois a embreagem se desgasta e pode ser danificada. Sim, embora não seja recomendado como prática freqüente, pois o fluido hidráulico se aquece demais.
Na condição acima o carro pode recuar? Sim, como nas caixas manuais. Sim, como nas caixas manuais. Sim, como nas caixas manuais.
É possível passar a neutro e voltar a uma marcha com o carro em movimento? Sim. Sim. Sim.
O carro pode ser ligado empurrado, "no tranco"? Sim. Basta ligar a ignição e mover a alavanca à esquerda quando desejado. A marcha mais adequada será escolhida pelo gerenciamento da caixa. Não. Com o motor desligado não há engate de marcha. Não. Com o motor desligado não há engate de marcha.
SEGURANÇA
Em que posições é possível dar partida ao motor? Apenas em N (neutro). P (estacionamento) e N (neutro). P (estacionamento) e N (neutro).
A alavanca pode ser colocada em ré com o carro rodando para frente? Sim, mas a ré só entra quando o carro parar, pois não é sincronizada e arranharia se engatada antes. Sim, mas a ré só entra a cerca de 10 km/h e o movimento para trás só começa ao acelerar o carro. Sim, desde que em baixa velocidade, entrando em ré de imediato.
É possível desligar o motor e retirar a chave com marcha engatada? Sim, até em ré, como reforço ao freio de estacionamento se desejado. A luz-piloto deste freio pisca se ele não for acionado e se desligar a ignição. Não. Não.
Com a ignição desligada, alguém (como uma criança) pode engatar ou desengatar uma marcha? Não. Embora a alavanca possa ser movida, a caixa só faz a operação comandada ao se ligar a ignição. Não. A alavanca fica bloqueada. Não. A alavanca fica bloqueada.

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