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Linea: muitos itens de conveniência e navegador difícil de programar

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City: bom aspecto em um acabamento simples, modesto em acessórios

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Corolla: ambiente interno agradável e com bom nível de equipamentos

Os três trazem sistema de áudio com boa qualidade, leitura de MP3 e comandos no volante. No City pode-se conectar dispositivo USB ou toca-MP3 externo (pela entrada auxiliar) e há até um compartimento com tampa no console para o aparelho, mas falta forração ali para proteção de impactos e riscos. O desenho do rádio esconde a fenda do CD atrás de uma tampa e, embora não haja botões para cada emissora memorizada, é fácil escolher entre elas por meio do botão giratório central. O Linea possui apenas conexão USB e, quando há o navegador opcional, o pendrive com mapas deve estar conectado todo o tempo à porta que serviria para os arquivos de áudio (deveria existir outra porta USB nesse caso). Já o Corolla não tem conexão alguma.

Em contrapartida, o sistema Blue & Me da Fiat combina interface Bluetooth para celular — inexistente nos demais — e comandos de voz para ligações e até para leitura de mensagens de texto (SMS). O navegador, primeiro do tipo integrado ao painel em carro nacional, pôde afinal ser avaliado, pois no Linea Absolute anterior faltava o pendrive com mapas. Mostrou bom funcionamento em grandes cidades como São Paulo e precário em outras, onde houve erros de indicação. O fato de trabalhar com indicações sonoras e visuais (setas), sem exibir mapas, pode trazer dúvida quando há vias próximas à indicada para conversão.

Seu maior problema, entretanto, é a inserção de novo endereço: é preciso selecionar letra por letra pelos comandos do volante, pois tal função não admite comando de voz nem exibe uma lista de opções. A partir da segunda letra apenas as opções possíveis (conforme os nomes de vias da cidade selecionadas) são mostradas, o que não evita que o processo seja demorado e trabalhoso. Ainda, por se tratar de sistema fora do alcance do passageiro ao lado, a inserção só é possível com o carro parado — tempo demais para se ficar exposto nesses dias de insegurança. Por todos esses aspectos, o navegador da Fiat parece uma meia-solução até que surja sistema mais prático, dotado de mapa e tela sensível ao toque.

Mesmo nesta versão de topo, o City é mais modesto em itens de conveniência do que se espera pelo preço. Como os demais, vem com controle automático de temperatura do ar-condicionado, comando interno do acesso ao tanque de combustível (integrado à trava central no Honda) e da tampa do porta-malas, faixa degradê no para-brisa, luzes de leitura apenas na frente, porta-objetos com tampa entre os bancos dianteiros e apoio de braço traseiro. Corolla e Linea trazem ainda mostrador de temperatura externa (falta indesculpável no City), iluminação nos espelhos dos para-sóis, abertura e fechamento dos vidros a distância, destravamento do porta-malas pelo controle remoto, acionamento automático de faróis e acendedor de cigarros. Por outro lado, só City e Linea têm maçanetas em tom fácil de ver à noite — cromadas no Fiat, em cor de alumínio no Honda —, volante revestido em couro e controlador de velocidade (opcional no Linea), que no Corolla está vinculado ao câmbio automático. Continua

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Fiat: articulações pantográficas na tampa do porta-malas de 500 litros, que não amassam a bagagem, e grafia do painel inspirada nos anos 70
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Honda: maior porta-malas do grupo (506 litros), com larga vantagem sobre o irmão Civic, e painel com poucas funções no computador de bordo
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Toyota: pequena desvantagem em capacidade de bagagem, 470 litros, e instrumentos bem legíveis com uso da iluminação permanente Optitron

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