|
|
Vectra |
Accord |
| Estilo |
5 |
4 |
| Acabamento |
4 |
4 |
| Posição de
dirigir |
4 |
5 |
|
Instrumentos |
4 |
3 |
| Itens de
conveniência |
5 |
3 |
| Espaço
interno |
5 |
5 |
| Porta-malas |
5 |
4 |
| Motor |
4 |
5 |
| Desempenho |
4 |
4 |
| Consumo |
3 |
4 |
| Câmbio |
4 |
4 |
| Freios |
5 |
5 |
| Suspensão |
4 |
5 |
|
Estabilidade |
4 |
4 |
| Segurança
passiva |
4 |
3 |
|
Custo-benefício |
4 |
4 |
| Média |
4,25 |
4,12 |
| Posição |
1º. |
2°. |
| As notas vão de 1
a 5, sendo 5 a melhor; conheça nossa
metodologia |
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Custo-benefício
Como já dito, os preços destas versões são semelhantes, com o Accord R$ 2 mil
mais caro que o Vectra, quando básicos, e o carro da GM superando-o em R$ 4,3
mil ao receber os opcionais.
Só que o modelo nacional traz
muito mais equipamentos de conforto, conveniência, segurança e estética,
com destaque para teto solar (opcional), bolsas infláveis laterais e bancos de couro. Ter esses itens no
carro da Honda elevaria seu preço em mais de R$ 5 mil — e ainda faltariam muitos
outros de menor relevância.
Ao final da comparação, fica clara a diferença de concepção. O Accord LX mostra
como é hoje a versão
básica de um carro médio-grande de classe mundial: mecânica muito moderna e
eficiente,
grande conforto interno e de rodagem, mas um interior algo espartano em termos de
equipamentos — sem o que, naturalmente, não poderia ser vendido a preço tão competitivo.
O
Vectra Elite, por sua vez, demonstra como as coisas são feitas aqui no Terceiro
Mundo: um projeto mais simples, baseado em um modelo de segmento inferior que
existe desde 1997 lá fora (Astra), com o uso de
soluções técnicas tradicionais e por isso mais baratas. Só que vem enriquecido
por um desenho atraente e, neste pacote de topo, com muitos equipamentos a um preço competitivo com a versão básica do concorrente. Partindo do antigo
Astra, a GM conseguiu fazer um novo carro que, mesmo sem esconder sua origem em
uma análise apurada, compete
bem com os modelos de países de vanguarda e leva vantagem no preço.
Continua |