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No Stilo, o compartimento de bagagem pode crescer com o ajuste do banco e o motor 1,8 tem maior torque, mas seu funcionamento é bem áspero em alta rotação

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Com espaço adequado para carga, o Focus revela bom desempenho com o motor 1,6, que atende bem a suas necessidades e tem operação mais suave

O Stilo oferece como opcional banco traseiro bipartido e ajustável em distância, combinado ao dianteiro direito rebatível, à mesinha "de avião" no encosto desse banco e ao apoio de braço central traseiro – pacote que a Fiat chama de NGI ou Next Generation Interior (interior da próxima geração). É uma boa solução, pois permite ganhar espaço para as pernas ou capacidade de bagagem, conforme a necessidade do momento. À parte essa vantagem, que não custa pouco (R$ 1,6 mil), ele oferece mais espaço vertical que o concorrente, mas perde no conforto do quinto ocupante.

O compartimento de bagagem do Focus comporta 350 litros, e o do Stilo, desse valor até 430 l, conforme a posição do banco (sem o NGI são 380 l). Nota-se no Ford a perda de espaço com um enchimento no assoalho que o nivela pelo estepe – o projeto original prevê pneu de uso temporário, bem estreito. Também no Fiat ele está no assoalho e há comando interno da tampa, mas o Focus deveria ter o assento traseiro bipartido, não apenas o encosto.

Mecânica, comportamento
e segurança

Aqui se concentram as maiores diferenças destas versões em relação às 1,8-litro de 16 válvulas já avaliadas pelo BCWS. Os motores de oito válvulas são mais simples e baratos, mas entregam menor potência: os mesmos 103 cv em ambos, mas com torque máximo de 17 m.kgf no Stilo, bem superior aos 14,6 do Focus. Como não são carros muito pesados e os motores desenvolvem bem já em baixas rotações, ambos entregam um desempenho satisfatório no dia-a-dia, sem chegar à sensação de motor insuficiente.

Os números de desempenho simulados pelo site foram bem adequados à categoria, com ligeira vantagem para o Stilo em aceleração e velocidade máxima e um pouco maior em retomada. Já o consumo do Focus foi menor em todas as condições, em especial no ciclo rodoviário (veja simulação e análise).

O bom torque em baixa rotação beneficia o modelo de marca italiana no uso urbano típico, mas o prazer de dirigir diminui quando o conta-giros supera 4.000 ou 4.500 rpm: nota-se a conhecida aspereza de funcionamento desse motor de origem General Motors (saiba mais), apesar do cuidado com absorção de ruídos e vibrações. No Ford as respostas são um pouco mais lentas (ainda que a atuação abrupta do acelerador tente convencer do contrário), mas explorar os regimes superiores se torna mais agradável. Continua

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