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Vincos e ângulos predominam no desenho do Stilo, que é mais recente mas não parece mais moderno, além de não ter agradado a muitos na aparência da traseira

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O Focus é bom exemplo de linhas que não envelhecem, pois já tem seis anos e ainda esbanja atualidade, mas também divide opiniões quanto às formas da traseira

Concepção e estilo

No continente de origem, a Europa, o Focus é um modelo em fim de carreira: foi lançado no final de 1998 e sua segunda geração está surgindo no Salão de Paris. O Stilo é bem mais novo, com estréia no evento de Genebra em março de 2001. Por aqui chegaram em outubro de 2000 e setembro de 2002, na ordem, o que os torna ainda recentes.

O carro da Ford segue o conceito New Edge de desenho da marca, ao combinar curvas e arestas, presentes até nos repetidores de luzes de direção nos pára-lamas. Faróis e lanternas traseiras triangulares, estas em posição elevada, compõem um estilo que, se não agrada a todos, tem o mérito de permanecer atual aos quase seis anos – como acontece com o Ka, precursor dessa tendência dois anos antes. A linha 2004 enfim recebeu os faróis de duplo refletor e os pára-choques adotados já em 2002 na Europa.

O modelo da Fiat, por outro lado, não trilhou os caminhos que a marca italiana vinha seguindo: embora desenhado pela mesma equipe de Peter Fassbender, os autores de seu arredondado antecessor – o Brava –, optou-se por formas retilíneas e angulosas que chegam a lembrar um Volvo pelos "ombros" pronunciados. A frente parece ter aprovação da maioria, mas não a traseira do modelo de cinco portas, sem personalidade, ao contrário do três-portas vendido na Europa. Lá, aliás, já recebeu pequenos retoques como a eliminação das luzes de neblina ao lado da placa.

Em aerodinâmica há equilíbrio, com Cx 0,315 para o Stilo e próximo a 0,32 (que é o do sedã, o único divulgado pela marca) para o Focus, só que a área frontal deste é menor em virtude de ser mais estreito e baixo, o que resulta em menor valor final.

Conforto e conveniência

Algo que sempre apreciamos no Focus permanece válido após quase quatro anos: a escolha de bons materiais no interior, sobretudo os plásticos, que valorizam o ambiente e dão a sensação de um segmento superior. A diferença para o Stilo é expressiva, pois a Fiat mergulhou fundo na economia nesse quesito, dotando-o de plásticos rígidos e de aparência inferior. Seria melhor, porém, se a Ford não tivesse trocado os agradáveis tons claros de cinza pelo preto, que tomou conta de todo o conjunto, tornando-o austero. Já o tecido dos bancos revela empate, algo áspero nos dois – outra perda no Focus em relação aos modelos mais antigos. Continua

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