Bem diferentes no estilo, as duas peruas reúnem atributos que as fazem ideais ao transporte familiar, mas optar pela 407 SW V6 implica pagar 47% a mais
 
Nossas notas
  C5 Break 407 SW
Estilo 4 4
Acabamento 4 4
Posição de dirigir 4 4
Instrumentos 5 5
Itens de conveniência 4 5
Espaço interno 5 5
Porta-malas 5 4
Motor 4 5
Desempenho 3 4
Consumo 3 3
Câmbio 4 4
Freios 5 5
Suspensão 5 5
Estabilidade 5 5
Segurança passiva 5 5
Custo-benefício 5 4
Média 4,37 4,44
Posição 2ª. 1ª.
As notas vão de 1 a 5, sendo 5 a melhor; conheça nossa metodologia

Custo-benefício

Como já explicado, não há como comparar o preço de carros distantes em R$ 47,6 mil. Mas custo-benefício tem um sentido mais amplo: o de analisar até que ponto vale a pena investir (muito) mais em um modelo superior.

Desempenho pode ser determinante para alguns, mas, caso o da C5 satisfaça — e é provável que sim —, não há por que pagar muito acima pela versão V6 da 407. São peruas de excelente nível em muitos aspectos, como espaço, itens de conveniência, conforto de rodagem e segurança. Além do motor mais potente, a Peugeot acrescenta basicamente o teto envidraçado, os bancos de couro (fáceis de aplicar à Citroën se desejado) e os faróis de xenônio.

De resto, sua "prima" oferece um conjunto muito próximo e adiciona a sofisticada suspensão hidroativa, além de maior espaço de bagagem, por um valor bem mais baixo. A escolha só não é tão simples porque existe a 407 com motor de 2,0 litros e 138 cv, que custa R$ 105 mil e tem poucos equipamentos a menos que a V6. Nesse caso, a decisão passa a aspectos como estilo e a importância dada aos itens exclusivos, como suspensão em uma e teto envidraçado na outra.
Continua

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