


O interior da Peugeot é mais
equipado, com ar-condicionado automático, computador de bordo e opção de
sensores de luz e chuva



Na Toyota, um ambiente
agradável e com ótimos porta-objetos, mas que poderia oferecer mais
itens de conveniência |
Os painéis são simples e bem legíveis,
havendo só na francesa computador de bordo. Sua iluminação em laranja,
em vez de verde, também é mais funcional. Os sistemas de áudio têm
qualidade aceitável e fácil operação (que nos Corollas 2004 melhorou
bastante com a troca do rádio/toca-CDs), mas só a 307 vem com controle
automático de temperatura do ar-condicionado e sensores para acender os
faróis e acionar o limpador de pára-brisa. O de
auxílio em estacionamento pode ser
aplicado a ambas, sendo instalado em concessionária na Fielder.
Outra exclusividade da francesa é o amplo
teto envidraçado (fixo, porém), com forro de comando elétrico, que dá um
ar descontraído e, graças ao tom escurecido, pode ser usado mesmo sob
certo sol. O forro não requer reserva de espaço para ser enrolado, pelo
que o espaço para cabeça é preservado, e seu acionamento (com tecla
um-toque) é silencioso. Um teto solar
convencional é algo que a marca japonesa poderia oferecer para combinar
com sua almejada esportividade.
Há mais detalhes que favorecem a Peugeot: comandos de vidros com função
um-toque para todos (só no do motorista na oponente) e
temporizador, comutador de farol de
puxar somente (e que nunca o acende já em facho alto), fechamento dos
vidros pelo controle remoto, ajuste de altura também do banco do
passageiro da frente, sistema de áudio com mostrador separado (o que
inibe seu furto) e comando junto ao volante, maçanetas cromadas (mais
visíveis à noite), indicador de temperatura externa, fechadura no
porta-luvas, dois porta-copos, dois apoios de braço dianteiros,
iluminação nos espelhos dos pára-sóis, apagamento suave da luz interna,
alerta individual para porta mal fechada (só uma luz geral na Fielder),
indicador de temperatura externa, mesinhas "de avião" nos encostos
dianteiros, buzina dupla e tomada de 12 volts no compartimento de
bagagem.
Por sua vez, a Toyota leva vantagem nos dois hodômetros parciais,
travamento automático das portas ao rodar (e apenas a do motorista pode
ser aberta sem o destravamento, boa medida de segurança, embora possa
incomodar aos passageiros), abertura interna da portinhola do tanque,
apoio de braço no banco traseiro com dois porta-copos, diversos
porta-objetos com tampa (incluindo um duplo no apoio de braço dianteiro)
e descida integral dos vidros das portas traseiras.
A origem nipônica da Fielder revela-se no bocal do tanque à esquerda e
na saída de escapamento à direita, algo exposta a danos ao manobrar
junto ao meio-fio (por isso é que deve ficar sempre no lado do
motorista, que no Japão é o direito).
Continua
|